23 de janeiro de 2014

Teste de cosméticos em animais é proibido no Estado de São Paulo

Os amantes de animais são uma raça especial de seres humanos, generosos de espírito, cheios de empatia, talvez um pouco propensos ao sentimentalismo, e com o coração tão grande como um céu sem nuvens" 
John Grogan

É apenas um começo, falta muito para se cantar vitória a meu ver, pois as empresas de remédios continuarão a fazer testes “impunemente”, mas já é um início. A luta continua ainda mais forte.

Parabéns aos que fizeram a diferença.

O ativismo e a proteção animal do Estado de São e do Brasil é que está de parabéns.

Para conhecer as novas regras leiam:

19 de janeiro de 2014

ESPOROTRICOSE TEM TRATAMENTO, TRATE SEU ANIMAL, NÃO O ABANDONE.

Esporotricose por todo o país em gatos de rua e o sofrimento deles é terrível

Causada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose é uma micose que pode afetar animais e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos. Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde.

São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco. s e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos.

Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde. São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco.

Quais são os principais sinais clínicos e sintomas da esporotricose?

Nos gatos, as manifestações clínicas da esporotricose são variadas. Os sinais mais observados são as lesões ulceradas na pele, ou seja, feridas profundas, geralmente com pus, que não cicatrizam e costumam evoluir rapidamente. A esporotricose está incluída no grupo das micoses subcutâneas.

A esporotricose atinge quais animais? Como é o contágio?

Embora a esporotricose já tenha sido relacionada a arranhaduras ou mordeduras de cães, ratos e outros pequenos animais, os gatos são os principais animais afetados e podem transmitir a doença para os seres humanos. O fungo causador da esporotricose geralmente habita o solo, palhas, vegetais e também madeiras, podendo ser transmitido por meio de materiais contaminados, como farpas ou espinhos. Animais contaminados, em especial os gatos, também transmitem a doença, por meio de arranhões, mordidas e contato direto da pele lesionada.

A esporotricose se manifesta em humanos?

Sim. O homem pega o fungo geralmente após algum pequeno acidente, como uma pancada ou esbarrão, onde a pele entra em contato com algum meio contaminado pelo fungo. Por exemplo: tábuas úmidas de madeira. Outra forma de contágio são arranhões e mordidas de animais que já tenham a doença. Ou o contato de pele diretamente com as lesões de bichos contaminados. Mas, importante: isso não significa que os animais doentes não devam ser tratados. Pelo contrário. A melhor solução para evitar que a doença se espalhe é cuidar dos animais doentes, adotando, para isso, algumas precauções simples, como o uso de luvas e a lavagem cuidadosa das mãos.

Como é possível identificar a esporotricose em humanos?

A doença se manifesta na forma de lesões na pele, que começam com um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida. Geralmente aparecem nos braços, nas pernas ou no rosto, às vezes formando uma fileira de carocinhos ou feridas. Como pode ser confundida com outras doenças de pele, o ideal é procurar um dermatologista, que vai fazer o diagnóstico adequado.

Os gatos podem transmitir esporotricose para as pessoas?

Sim, por meio de arranhões, mordidas e contato direto com a lesão. Por isso é importante que o diagnóstico seja feito rapidamente e que o animal doente receba o tratamento adequado. Animais doentes não devem nunca ser abandonados. Se isso acontecer, eles vão espalhar ainda mais a doença. Caso suspeite que seu animal de estimação tenha esporotricose, você deve procurar um médico veterinário, que vai orientá-lo sobre como cuidar dele sem correr o risco de ser também contaminado.

É possível que um gato doente contamine outros animais que convivem no mesmo ambiente, como uma casa, quintal ou apartamento?

Sim. Por isso é aconselhável isolar o gato do contato com outros animais, separando-o num ambiente próprio, para que receba os cuidados de que necessita sem comprometer a saúde dos outros bichos da casa. Outro cuidado muito importante: em caso de morte do animal com esporotricose, é essencial que o corpo seja cremado, e não enterrado. Isso porque a micose pode se espalhar pelo solo, espalhando a doença entre outros animais.

Que cuidados podem evitar a transmissão?

Uma boa higienização do ambiente pode ajudar a reduzir a quantidade de fungos dispersos e, assim, novas contaminações. É também importante não manusear demais o animal, usar luvas e lavar bem as mãos. Em caso de morte dos animais doentes, não se deve enterrar os corpos, e sim incinerá-los, para evitar que o fungo se espalhe pelo solo.

Onde levar um gato com suspeita de esporotricose para ser atendido?

O animal com suspeita de esporotricose deve ser levado a uma clínica veterinária. Há atendimentos de baixo custo e alguns gratuitos. No Rio de Janeiro, o animal pode ser encaminhado à Unidade de Medicina Veterinária da Prefeitura, que presta atendimento de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde, com distribuição de números por ordem de chegada. Para mais informações acesse o site www.rio.rj.gov.br/ijv


A Fiocruz, por meio do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec), também oferece atendimento. No entanto, o serviço já está trabalhando com sua capacidade de atendimento esgotada, devido ao excesso de procura nos últimos meses. Isso significa que, por ora, a Fiocruz não pode atender a novos casos.

Por sua vez, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman também pode contribuir com informações. O IJV fica na Avenida Bartolomeu Gusmão 1.120, em São Cristóvão, Rio de Janeiro. O contato é ijv@rio.rj.gov.br

E o atendimento às pessoas, onde é feito?

A população pode procurar clínicas e ambulatórios de dermatologia. O Ipec/Fiocruz atende pessoas com doenças infecciosas e parasitárias, inclusive da pele. Porém, para ser atendido é necessário comparecer ao ambulatório portando um encaminhamento médico que especifique a razão do atendimento.

Se há alguma lesão, o paciente pode comparecer até as 10h no Ambulatório do Ipec (às terças, quartas e quintas-feiras) e, tendo vaga, haverá atendimento.

Informamos ainda que os dias de atendimento podem variar de acordo com o período de férias dos médicos, desta forma sugerimos que ligue antes para o número (21) 3865-9506.

Para qual órgão devo comunicar que existem casos de esporotricose na região onde moro?

Ao Centro de Controle de Zoonoses do seu município. No Rio de Janeiro, o telefone é (21) 3395-1595. Caso não exista um setor como esse no seu município, sugerimos que comunique o caso à Secretaria de Saúde, pois é uma doença que pode contaminar os seres humanos.

Outro contato pode ser feito com a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, pelo telefone 1746 ou no site http://www.1746.rio.gov.br/servicos.php.

Qual o tratamento indicado para gatos? E para humanos?

O tratamento recomendado, na maioria dos casos humanos e animais, é o antifúngico itraconazol. A dose a ser administrada deve ser avaliada pelo veterinário, de acordo com a gravidade da doença. Mas, dependendo do caso, outros fármacos podem ser usados.

Como conseguir o medicamento? A Fiocruz oferece gratuitamente?

É possível comprá-lo em farmácias de todo o país. O fornecimento de medicamentos pela Fiocruz é restrito àqueles pacientes que estão regularmente matriculados, bem como aos animais que estão em acompanhamento no Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos

Onde posso conseguir o medicamento por um preço reduzido?

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos citaram a Ultrafarma (www.ultrafarma.com.br

Quanto tempo dura o tratamento?

Dependendo do caso, o tratamento pode durar meses ou mais de um ano. É muito importante que o tratamento seja seguido à risca.

É contagiosa apenas por contato ou o fungo também pode ser transmitido pelo ar?
A transmissão do fungo através da inalação é possível, mas é rara.

Já existe ou está sendo desenvolvida alguma vacina contra a esporotricose?

Não existe vacina contra esporotricose, mas alguns estudos vêm sendo desenvolvidos.

Existe transmissão entre humanos? Ou seja: uma pessoa com esporotricose pode transmiti-la para outra?


Não há registros de casos deste tipo de transmissão. Pelo que se sabe, as pessoas só contraem a doença pelo contato com meios ou animais contaminados.

Para mais informações, localização e contato:

Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas

Avenida Brasil 4.365 - Manguinhos, Rio de Janeiro

Contatos: Atendimento Pessoas: (21) 3865-9506

Fax: (21) 2290-4532

Texto encaminhado por
Alzira Mara Azevedo Novaes - advogada e ativista

FONTE:http://www.focinhosgelados.com.br/modules/news/article.php?storyid=344#.Utr3PxOc1_o.facebook

10 de janeiro de 2014

Gata de Joinville atinge rara marca para os felinos: o centenário

HASSAN SOUZA
hassan.souza@an.com.br

Cléo é uma verdadeira senhora. São aproximadamente 100 anos ao lado da dona, a carioca Maria Amélia Cardoso, de 77 anos. Isto, é claro, se convertermos os seus 22 anos de gata para a idade humana, afinal, especialistas dizem que a contagem é diferente para as duas espécies. A gata mora em Joinville há seis meses, quando a dona mudou-se do Rio de Janeiro para o bairro América.

A gatinha centenária pesa um quilo e meio e vive com a família Cardoso desde 1992, quando foi encontrada ainda filhote por Maria Amélia, no Passeio Público, no Centro do Rio de Janeiro. Cléo era tão pequena, que a dona teve que dar mamadeira para alimentá-la nas primeiras semanas. Os anos foram passando e os cuidados sempre foram constantes.

– A Cléo faz parte da família. Qualquer coisinha que aconteça com ela, nós levamos ao veterinário – ressalta Maria.

Apesar de todo zelo e carinho da família, a idade avançada trouxe problemas de audição e visão à gatinha.

– Ela esbarra nas coisas em casa, mas está esperta e tem saúde. O animal bem cuidado tem muitos anos de vida.

Adriana Kammholz, veterinária dos animais de Maria Amélia – ela tem outros nove gatos – concorda com a dona de Cléo. Segundo ela, os gatos estão com uma vida cada vez mais longa, principalmente, devido aos cuidados que os proprietários têm com os bichinhos. 

Alimentação adequada, atividades físicas, visitas periódicas ao veterinário e brinquedos para evitar o estresse, garante a especialista, aumentam a probabilidade de ter a vida prolongada.

22 de dezembro de 2013

21 de dezembro de 2013

CUIDADOS COM FOGOS DE ARTIFÍCIO

CUIDADOS COM FOGOS DE ARTIFÍCIO

Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães.

Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que mais animais se perdem de seus donos.

Os animais se assustam facilmente com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino. Muitos animais podem sofrer paradas cardiorrespiratórias, convulsões e ter diversos problemas que podem os levar à morte.
  
Para evitar tudo isso, garanta condições mínimas de segurança e evite ambientes conturbados e barulhentos. Tranqüilize seu bichinho, transmitindo a sensação de que tudo está bem e sob controle.

Lembre-se que, se o seu bichinho conseguir fugir, por desespero, ele irá correr por vários e vários quilômetros. É MUITO IMPORTANTE deixar o animal com uma coleira com um telefone de contato. Se alguém conseguir resgatar seu bichinho, você poderá ser contatado. Utilize uma plaqueta de metal ou de plástico, com uma escrita que não saia se molhar. Etiquetas de papel escritas à caneta além de rasgar com facilidade ficam ilegíveis quando molhadas.


Recomendações

Acomode os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música.

Fechar portas e janelas para evitar fugas e acidentes fatais.

Para abafar o som, coloque cobertores pesados ou mesmo um colchão tampando a janela. Pode forrar o chão com cobertor e cobrir o bichinho com um edredom.

Forneça alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo).

Procure um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabam se enforcando em função do pânico.

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos.

OBSERVAÇÕES CÃES

Não deixe muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados.

Antes da queima de fogos, leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos.

OBSERVAÇÕES GATOS

Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário e prepare para ser o quarto dos gatos no revellion. Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;

Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos.

Forme toquinhas para o gato se esconder, pode ser colocando cobertores ou edredon dentro dos armários, embaixo e em cima da cama

Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para que não sejam derrubados.

Retire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada ou derramada.

OBSERVAÇÕES AVES

Cubra as gaiolas de pássaros e cheque cercados de cabras, galinhas etc.

Florais de Bach (Terapeuta Martha Follain)
Calmantes naturais também apresentam resultado bastante eficiente para os animais que se assustam com os fogos. As essências abaixo, combinadas, funcionam bem tanto para cães quanto para gatos:

RESCUE REMEDY + MIMULUS + ASPEN 

Mande fazer em qualquer farmácia de manipulação ou homeopática SEM ÁLCOOL
NEM GLICERINA, e guarde na geladeira (dura todo o vidrinho, apesar de dizerem na farmácia que dura só 2 dias).
  
Dosagem: 
- Para aves pequenas: 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro; 
- Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro; 
- Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha; 

- Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão; 
- Para cavalos ou animais de grande porte: 30 gotas, 4 vezes ao dia, no bebedouro.

Para se ter absoluto sucesso no tratamento, é interessante que se tenha continuidade no mesmo, não esquecendo de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se a começar o tratamento, pelo menos, 5 dias antes do natal e estendê-lo até o dia 3 de janeiro, já que algumas pessoas insistem em prolongar a barulheira!

22 de outubro de 2013

Entrevista com a fundadora do grupo americano Beagles Freedom Project sobre a ação no Instituto Royal

Parte dos sete beagles libertados pelo grupo no Tennessee, em outubro: a maioria nunca viu o sol antes (Foto: Susan Weingartner for Beagle Freedom Project)

Nos EUA, a discussão do uso de beagles como cobaias já vem de bastante tempo. Existe até um grupo de proteção animal que luta para acabar com a prática, o Beagles Freedom Project http://www.beaglefreedomproject.org/, criado há três anos. Seus voluntários realizaram dezenove operações de resgate em três países e conseguiram libertar 154 cachorros, oito coelhos, dois gatos e três porcos. A equipe também briga para que os 70 000 beagles usados para testes no país sejam doados e não eutanasiados após as experiências, como acontece hoje. Famosos a exemplo dos atores Diane Keaton e Corey Feldman já mostraram seu apoio publicamente.

A presidente do grupo, Shannon Keith, deu um entrevista exclusiva para o blog. Leia:

O que vocês acharam da ação dos ativistas no Brasil?

Acredito que eles tiveram a melhor das intenções e, claro, é maravilhoso ver esses pobres cachorros que foram tão abusados serem libertados. Entretanto, estou lendo alguns relatos de que os cães talvez precisem ser devolvidos. Ser resgatado e depois ter que ser devolvido é provavelmente o pior que pode acontecer. No entanto, a atenção que a situação trouxe faz a ação valer a pena, mesmo que eles tenham que voltar.



Já precisaram realizar alguma invasão desse tipo?

O BFP resgata todos os animais de forma legal e com total cooperação dos institutos. A questão é que os protetores brasileiros tentaram negociar com o laboratório, que não os respondeu. Provavelmente, eles sentiram que não tinham escolha. Parece-me que o governo não interveio para salvar os pets, que estavam vivendo em condições deploráveis. Quando o governo se recusa a fazer seu trabalho, as pessoas fazem justiça com suas próprias mãos, o único modo de se fazer mudanças no mundo.

Vocês doam os animais que recuperam?

Todos os nossos cachorros resgatados vão para reabilitação em lares adotivos e, quando prontos, são doados para donos cheios de amor. Nós não acreditamos em manter esses pets em nossas instalações. Afinal, depois de tudo por que já passaram, eles merecem uma vida em uma casa e é isso que nós lhes damos.

Shannon Keith, fundadora do grupo: "Resgatamos todos os animais de forma legal e com total cooperação dos institutos" (Foto: Susan Weingartner for Beagle Freedom Project)
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Normalmente os beagles sofrem com que tipos de crueldades nos experimentos?

Eles enfrentam tubos sendo empurrados goela abaixo, cirurgias, queimaduras na pele, substâncias dolorosas sendo despejadas em seus olhos, orelhas… Algumas instituições ignoram as diretrizes governamentais, recusando-se a dar a eles o tempo necessário fora de suas gaiolas. O efeito psicológico é ainda pior que o físico. Estes membros de nossas famílias altamente sociáveis vivem em jaulas vazias, sem nada para fazer, dia após dia. Vivem isolados, tristes e entediados. Sua única interação com alguém é quando são levados para os testes cruéis. Os cães que resgatamos têm medo do mundo lá fora. A maioria nunca viu o sol ou a grama antes. Alguns demoram apenas alguns dias para se ajustar à vida real, outros, entretanto, demoram meses ou até anos.

Como os brasileiros que são contra essa prática devem agir agora?

A melhor maneira é tentar mudar as leis. Esperamos que esta libertação gere algum debate sério e faça com que o governo pense sobre as escolhas que faz e as vidas que estão envolvidas.

Em agosto, seis beagles foram libertados: tinham entre 1 e 3 anos e suas cordas vocais sofreram cirurgia para que eles não fizessem barulho (Foto: Beagles Freedom Project)

17 de outubro de 2013

SE VOCÊ GOSTA DO SEU GATO, NÃO O TOQUE

SE VOCÊ GOSTA DO SEU GATO, NÃO O TOQUE

Se você realmente ama seu gato, não o acaricie. Uma nova pesquisa publicada no Journal Physiology and Behavior que envolveu cientistas da Universidade de Lincoln (EUA), da Universidade de São Paulo (Brasil) e da Universidade de Medicina Veterinária (Áustria) descobriu que os animais de estimação ficam estressados se são constantemente tocados.
Especialistas em comportamento animal afirmam que os gatos liberam hormônios relacionados com ansiedade quando são manipulados manualmente por seres humanos. Na verdade, os testes parecem mostrar que os gatos simplesmente não gostam de ser acariciados.

Alguns estavam dispostos a tolerar esse toque – mas estes eram os indivíduos que apresentaram os mais altos níveis de angústia.

Os pesquisadores concluíram que os amantes genuínos de gatos devem evitar acariciar constantemente seus amigos, para poupar seus sentimentos.

A pesquisa

Os resultados vêm de um estudo que analisou como os gatos lidam com a vida ao lado de seres humanos na mesma casa.
Cientistas examinaram os gatos que vivem sozinhos, em pares e em grupos de três ou quatro em uma mesma casa, avaliando os níveis de hormônios do estresse dos animais em quatro ocasiões.

A pesquisa também desfez a crença popular de que os gatos são criaturas solitárias que se esforçam para viver felizes em grupos.

Embora o número de gatos em uma casa não previsse os níveis de estresse dos bichos, os pesquisadores concluíram que os gatos mais jovens – com menos de dois anos – que viviam por conta própria eram mais estressados do que os mais jovens que viviam em grupos maiores.

“Parece mesmo que eles não são melhores amigos, mas os gatos podem ser capazes de organizar-se para evitar um ao outro sem ficar estressados”, explica um dos pesquisadores, Daniel Mills.

Ele também disse que gatos que não gostavam de ser acariciados eram capazes de evitar isso se viviam com mais gatos, capazes de tolerar o comportamento.
“Parece que os gatos com quem o proprietário impõe [o carinho] são os que precisamos nos preocupar mais”, comenta. “Os resultados também reforçam a importância de assegurar a todos os indivíduos vivendo em uma casa o controle sobre seu ambiente”.

Isso significa que, se você tiver vários gatos, você deve dar-lhes a opção de compartilhar ou ter suas próprias áreas especiais para comer, beber e ir ao banheiro.

Entenda os gatos

O comportamento dos gatos pode ser um pouco misterioso, mas existem algumas dicas que podem lhe ajudar a entendê-los, baseadas em estudos sobre a relação de proprietários com seus animais de estimação. Confira:

Os gatos não estão pedindo comida quando lambem os lábios. Eles tendem a fazer isso quando estão estressados, não quando estão com fome.

Os gatos não querem carinho na barriga quando rolam com ela para cima. Quando um gato mostra sua barriga, isso significa que ele confia em você e quer ser acariciado na cabeça, brevemente, e não na barriga.

Uma cauda vertical significa que o gato sente prazer em vê-lo.
Orelhas planas podem significar que eles estão com medo.


12 de outubro de 2013

Dia das crianças, não dê animais de presente

DIA DAS CRIANÇAS

Hoje é dia das crianças (assim, como no natal, aniversários etc), não dê animais de presente, pois animais não são  brinquedos.

Muitas vezes um animal ganho de presente é abandonado tão logo perde a “graça”, pois enquanto são filhotes são “bonitinhos”, assim como as crianças se encantam com seus brinquedos depois os deixam de lado. Animais não são  “brinquedos” são vidas que sentem medo, frio, fome, dor, alegria e sofrimento. E muitas vezes são abandonados pelas crianças e seus tutores.

Ensine seu filho que a vida não é mercadoria, uma vida não tem preço.

Incentive a adoção responsável, onde tutor e criança adotam por compaixão, amor e solidariedade. E Tenham em mente que esse animal viverá no mínimo 10 anos ou mais.


5 de outubro de 2013

CÂNTICO DO IRMÃO SOL - São Francisco de Assis

CÂNTICO DO IRMÃO SOL
São Francisco de Assis

Altíssimo, onipotente e bom Deus, Teus são o louvor, a glória, a honra e toda benção. Só a Ti, Altíssimo, são devidos, e homem algum é digno de te mencionar. 

Louvado sejas, meu Senhor, com todas as Tuas criaturas. Especialmente o irmão Sol, que clareia o dia e com sua luz nos ilumina. Ele é belo e radiante, com grande esplendor de Ti, Altíssimo é a imagem.

Louvado sejas meu senhor, pela irmã Lua e as Estrelas, que no céu formastes claras, preciosas e belas. 

Louvado sejas meu senhor, pelo irmão Vento, pelo ar ou neblina, ou sereno e de todo tempo pelo qual as Tuas criaturas dais sustento. 

Louvado sejas meu senhor, pela irmã Água, que é muito útil e humilde e preciosa e casta. 

Louvado sejas meu senhor, pelo irmão Fogo, pelo qual iluminas a noite, e ele é belo e jucundo e rigoroso e forte. 

Louvado sejas meu senhor, pela nossa irmã a mãe Terra, que nos sustenta e nos governa, e produz frutos diversos, e coloridas flores e ervas. 

Louvado sejas meu senhor, pelos que perdoam por teu amor e suportam enfermidades e tribulações. Bem aventurados os que sustentam a paz, que por Ti, Altíssimo serão coroados.

Louvado sejas meu senhor, pela nossa irmã a morte corporal, da qual homem algum pode escapar. Ai dos que morrerem em pecado mortal! 

Felizes os que ela achar conforme à Tua Santíssima vontade, porque a segunda morte não lhes fará mal. 

Louvai e bendizei a meu Senhor, e daí lhes graças e servi-o com grande humildade. Amém. que apaga o ódio e fomenta o amor.”

DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS

SENHOR! TENDE MISERICÓRDIA DOS ANIMAIS
Amara Antara (Marlene)

Misericórdia Senhor!
Pelo Reino Animal, que não tem como se defender da insanidade humana.

Tende misericórdia desses nossos irmãos de jornada que sem poderem defender-se sofrem diversas agruras nas mãos dos chamados humanos, na verdade desumanos.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que estão nos matadouros amedrontados sem saber o que fizeram para merecer a morte em nome de uma alimentação balanceada.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que estão nas granjas sem ver a luz, sem poder seguir o curso natural da vida como ciscar, cantar e aninhar seus pintinhos debaixo de suas asas.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que são perseguidos e mortos sem misericórdia nos mares azuis que nos legaste, agora manchados de dor e sangue.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que suportam alimentos e bebidas em seu delicado estômago (foie gras), em nome de requinte e sabor.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que são apartados de sua mãe na tenra idade para servir de alimento aos que se dizem humanos (baby beef/carne de vitela)

Misericórdia, Senhor!
Pelo que, através do sofrimento, em circos de dor e horror, divertem aqueles que deviam protegê-los. 

Misericórdia, Senhor!
Pelos que, para divertir os homens, sofrem em rodeios.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que enriquecem os homens, há séculos, em touradas.

Misericórdia, Senhor!
Pelos animais que sofrem e morrem na farra do boi.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que são treinados para duelar com seus próprios irmãos em rinhas, até a morte.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que carregam o peso do mundo nas costas.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que são mortos em laboratórios em nome de pesquisas vãs.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que sofrem nos laboratórios de vivissecção

Misericórdia, Senhor!
Pelos que são assassinados em altares religiosos em Teu nome. 

Misericórdia, Senhor!
Pelos animais caçados apenas por esporte e status.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que sofrem pelo anzol em morte lenta.

Misericórdia, Senhor!
Pelos animais silvestres que perderam seu habitat.

Misericórdia Senhor!
Pelos animais que são mortos pela ignorância humana. São sentenciados à morte por governos e governantes com o pretexto de trazerem doenças.

Misericórdia Senhor!
Pelos animais em extinção.

Misericórdia Senhor!
Pelos animais que são escalpelados vivos em nome da moda e beleza. 

Misericórdia Senhor!
Pela vaidade que fere e mata.

Misericórdia, Senhor!
Pelos pássaros em seu canto triste em gaiolas, para deleite dos seres humanos.

Misericórdia, Senhor!
Pelos animais domésticos que:
São abandonados à própria sorte ao nascer, nas esquinas ou mesmo são espancados, envenenados e mortos, apenas pelo fato de terem nascido.

Misericórdia, Senhor!
Pelos que tiveram um lar, mas que, ao envelhecer, são abandonados à própria sorte.

Misericórdia, Senhor!
Pelos doentes nas ruas e vielas.

Senhor! Em meio a tanta dor e sofrimento impostos por seus filhos, eu peço:

Tende Misericórdia, Senhor! 
De nós, que nos esquecemos da Mãe Terra e de todas as maravilhas que o Senhor nos legou.

Misericórdia, Senhor! 
Para conosco, que estamos aqui para amar, cuidar e sermos guardiões de Tua Criação.

Misericordioso Senhor!

Misericórdia!
Misericórdia!
Misericórdia...