Quanto mais eu me informei sobre o assunto, mais preocupado fiquei, e sugiro que todos, protetores e veterinários, também se preocupem. São duas injeções de gluconato de zinco, de até 2,0 ml, aplicada uma em cada testículo, e talvez uma segunda dose tempos depois. Não precisa ser veterinário o aplicador. Com o tempo, o produto provoca uma isquemia e o testículo vai se transformando em uma fibrose. Se a aplicação provoca muita dor, não vou afirmar, mas posso desconfiar. Se o lento processo de fibrose provoca uma dor constante, ainda não sabemos. Em quantos animais surgirá uma ulceração e deverão ser posteriormente castrados, ainda não sabemos, mas temos más notícias vindas do co-irmão México. Se o depósito deste metal causará tumores com o passar dos anos, também ainda não sei, mas tem uma coisa que eu sei: jamais a um produto testado no Brasil em apenas 11 animais poderia ser consentida a venda e distribuição de milhares de doses. O produto foi certificado no Ministério da Agricultura com um trabalho simplista e diminuto, e que só levou em conta se o produto causa esterilidade ou não. Uma afronta ao bom senso! Em momento algum foi avaliada a questão do bem-estar animal. Nenhum teste, dos vários disponíveis foi realizado neste sentido. Jamais um produto para uso humano seria ou será liberado para uso em larga escala após testar em apenas onze pessoas. Por que para cães poderia? E muitas outras coisas ainda não entendi: porque um produto não usado nos EUA, nem na Europa, e mal sucedido no México, deve ser introduzido dessa forma no Brasil? Como empresários da indústria farmacêutica, de uma hora para outra ficaram preocupados com o abandono de animais? Por que houve tanta ingenuidade de figuras conceituadas da proteção animal dando apoio a um projeto tão estapafúrdio e precipitado? Dos vários “pais” da criança, suspeito que nenhum teve a coragem de testar o produto em seus próprios animais, mas agora sugerem que as prefeituras façam de cobaias os já tão sofridos.
8 de março de 2009
OPINIÃO DO DR WILSON GRASSI SOBRE ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA
Quanto mais eu me informei sobre o assunto, mais preocupado fiquei, e sugiro que todos, protetores e veterinários, também se preocupem. São duas injeções de gluconato de zinco, de até 2,0 ml, aplicada uma em cada testículo, e talvez uma segunda dose tempos depois. Não precisa ser veterinário o aplicador. Com o tempo, o produto provoca uma isquemia e o testículo vai se transformando em uma fibrose. Se a aplicação provoca muita dor, não vou afirmar, mas posso desconfiar. Se o lento processo de fibrose provoca uma dor constante, ainda não sabemos. Em quantos animais surgirá uma ulceração e deverão ser posteriormente castrados, ainda não sabemos, mas temos más notícias vindas do co-irmão México. Se o depósito deste metal causará tumores com o passar dos anos, também ainda não sei, mas tem uma coisa que eu sei: jamais a um produto testado no Brasil em apenas 11 animais poderia ser consentida a venda e distribuição de milhares de doses. O produto foi certificado no Ministério da Agricultura com um trabalho simplista e diminuto, e que só levou em conta se o produto causa esterilidade ou não. Uma afronta ao bom senso! Em momento algum foi avaliada a questão do bem-estar animal. Nenhum teste, dos vários disponíveis foi realizado neste sentido. Jamais um produto para uso humano seria ou será liberado para uso em larga escala após testar em apenas onze pessoas. Por que para cães poderia? E muitas outras coisas ainda não entendi: porque um produto não usado nos EUA, nem na Europa, e mal sucedido no México, deve ser introduzido dessa forma no Brasil? Como empresários da indústria farmacêutica, de uma hora para outra ficaram preocupados com o abandono de animais? Por que houve tanta ingenuidade de figuras conceituadas da proteção animal dando apoio a um projeto tão estapafúrdio e precipitado? Dos vários “pais” da criança, suspeito que nenhum teve a coragem de testar o produto em seus próprios animais, mas agora sugerem que as prefeituras façam de cobaias os já tão sofridos.
Eliminação de gatos invasores em ilha australiana leva a catástrofe ambiental
Foto: Arko Lucieer/Universidade da Tasmânia/NYTCaso é lição para pesquisadores que tentam deter espécies exóticas.
Caçadores de focas introduziram os coelhos na ilha Macquarie em 1878, compondo o problema das espécies invasoras na ilha de 40 km de comprimento. Em 1968, quando as autoridades introduziram um vírus fatal na tentativa de matar os coelhos, a população havia alcançado mais de 100 mil. A estratégia funcionou; na década de 1980, a população de coelhos havia caído para menos de 20 mil. Mas isso significava que os gatos, que dependiam dos coelhos para fonte de alimento, começariam a comer os pássaros marinhos em seu lugar.
“Você pode ver claramente a diferença entre plantas saudáveis e mortas em nossas imagens”, diz Lucieer. “A vegetação viva aparece como vermelho brilhante.” Os cientistas também estudaram detalhadamente lotes de terra para avaliar sua composição de espécies de plantas.
As imagens mais recentes do satélite revelaram uma paisagem completamente diferente. A grande população de coelhos havia destruído os exuberantes espaços gramados nas colinas costeiras, deixando-as nuas. Capins e ervas exóticas começaram a conquistar as colinas, formando uma densa rede de folhas e troncos que, em alguns lugares, evitavam o acesso dos pássaros marinhos nativos a locais adequados para ninhos.
A idéia era que a operação de envenenamento eliminaria as populações de arminhos por associação, pois os ratos eram uma parte crítica da alimentação dos arminhos. Mas quando o plano teve início, no início dos anos 1990, os arminhos não desapareceram. Com a ausência dos ratos, eles começaram a caçar pássaros nativos e ovos de pássaros.
Similarmente, no oeste dos Estados Unidos, a remoção de arbustos exóticos ameaçou uma espécie em extinção de pássaros cantantes, o papa-moscas do sudoeste. Os arbustos, que suplantaram grande parte da vegetação nativa, sugam tanta água que constringem canais de rios e tornam o solo mais salgado, mas também oferecem um importante habitat de ninhos para o papa-moscas.
Em 2005, funcionários do Departamento de Agricultura começaram a soltar besouros desfolhantes para controlar as populações do arbusto. Em dezembro de 2008, o Centro pela Diversidade Biológica revidou, registrando uma nota de intenção para processar o departamento – por falhar em colaborar com o Serviço de Peixes e Vida Selvagem para encontrar uma maneira de proteger o papa-moscas.
Os cientistas que estudaram a Ilha Macquarie acrescentaram suas descobertas àqueles resultados anteriores e esperam que os ecólogos abordem os futuros esforços mais holisticamente, realizando amplos trabalhos de background sobre potenciais conseqüências da remoção de espécies exóticas muito antes de iniciar programas de matança.
Para evitar a piora nos problemas ao tentar solucioná-los, diz Zavaleta, os pesquisadores precisam planejar e monitorar como seu mantra. “Os cientistas precisam fazer a si mesmos perguntas vitais, como de que forma todas as espécies na ilha interagem entre elas.”
A Ilha Macquarie oferece uma chance de se fazer exatamente isso. Um novo programa de erradicação em planejamento tem como foco milhares de ratos, camundongos e coelhos. Na teoria, isso deve eliminar terríveis ameaças à fauna e vegetação locais, porque os coelhos acabam com os capins nativos e os ratos e camundongos comem os filhotes de pássaros marinhos. Mas desta vez, os administradores estão preparados para realizar correções de curso se as coisas não caminharem de acordo com o plano.
“Este estudo demonstra claramente que, ao fazer um esforço de remoção, você não sabe exatamente qual será o resultado,” diz Barry Rice, um especialista em espécies invasoras da organização Nature Conservancy. “Você não pode simplesmente entrar e fazer um único golpe cirúrgico. Qualquer tipo de ação que fizer seguramente causará algum dano.”
:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1018037-5603,00-ELIMINACAO+DE+GATOS+INVASORES+EM+ILHA+AUSTRALIANA+LEVA+A+CATASTROFE+AMBIENT.html
13 de fevereiro de 2009
CLORETO DE MAGNÉSIO PARA ANIMAIS

Cloreto de Magnésio? Uma verdadeira panacéia... também para os animais
Autora: Marie-France Muller - doutora em psicologia e naturopatia
Capítulo 5 - págs 38 a 55 do livro Medicamentos suaves para animais para melhor curá-los e amá-los.
Editor - Jouvence Editions - France
Tradução livre: NINA ROSA JACOB
Argila e cloreto de magnésio são, a meu ver, insubstituíveis por sua simplicidade de aplicação, sua importante eficácia e seu baixo custo. Você conhece esse remédio maravilhoso, simples, não tóxico e barato? Ele permite que você cure a você mesmo e a seus animais por alguns poucos reais, mesmo quando os antibióticos parecem não resolver. Trata-se de um remédio muito fácil de encontrar, é vendido sem receita, em qualquer farmácia.
Resultados rápidos
Pouco ou mal conhecido, (diria mesmo desconhecido, ) o cloreto de magnésio normalmente permite obter resultados rápidos e espetaculares, inclusive em alguns casos de patologias graves ou agudas, e em um bom número de doenças infecciosas.
O Professor Delbet considera-o um dos melhores agentes profiláticos do câncer. Daí seu imenso interesse, inclusive para os animais. Ele pode prestar imensos serviços tanto nos pequenos males, quanto nos casos mais sérios que atingem esses nossos amigos
É também um remédio preventivo de múltiplas virtudes, cujo único inconveniente é... seu gosto detestável! Entretanto, nunca tive dificuldades para ministrá-lo a meus animais: passada a primeira (e desagradável) surpresa, eles constatam sua eficácia e compreendem que têm todo o interesse em tomá-lo. Nisso eles são muito mais sábios que a maioria de nós...
No uso veterinário, o método citofilático ("que protege as células"), o cloreto de magnésio oferece múltiplas possibilidades.
Nos meus amigos de patas (quatro ou duas), os resultados sempre foram excelentes: do hamster ao nosso cão, todo mundo toma, ao menor sinal de alarme. Em geral nós acrescentamos regularmente um pouco em sua comida, de acordo com seu peso, para prevenir eventuais doenças. Funciona!
A maioria de meus pequenos companheiros foram resgatados de um fim prematuro e chegaram à nossa casa em desespero de causa (mas em geral se restabeleceram) . Nesses casos, começamos por lhes ministrar uma cura de cloreto de magnésio em boa dose (não importa se ocorrerem alguns estragos nos dois primeiros dias); o bom resultado não se faz por esperar...
Alguns animais precisam ser "persuadidos" a engolir essa mistura, mas sempre conseguimos, mesmo com animais que não nos conhecem.Modo de usar
Fácil de preparar, simples de tomar, barato, esse remédio pode evitar os problemas mais graves. Assim, um gato em contato com outro que tenha Leucopenia - essa doença terrível similar à leucemia, que dizima a população felina - poderá facilmente estar protegido de eventual contaminação, se consumir diariamente na sua comida um pouco de cloreto de magnésio.
Importante saber que esse produto tem efeito ligeiramente laxativo. Se você lhe ministrar demais, pode acontecer um pequeno acidente; mas em geral seu animal não terá dificuldade de reter; não interrompa o tratamento por causa disso. Considere como normal e de bom augúrio as fezes moles de seu gato ou cão no início do tratamento; logo as coisas se regularizarão sozinhas.
Preparação
Nada mais simples. Você encontrará o cloreto de magnésio em sachês de 20 gramas ( no Brasil, em média 33 gramas).Diluir o conteúdo de um sachê em um litro de água pouco mineralizada, e está pronta a solução para ser utilizada. Ela se conserva muito bem, mesmo sem geladeira. Melhor ter sempre alguns sachês à mão, para evitar atravessar a cidade domingo à noite procurando uma farmácia aberta.
USO INTERNO
Ministrar uma dose da solução (de acordo com o peso do animal) de uma a seis vezes ao dia, de acordo com o caso (ver adiante). Pode-se ministrar a solução diretamente ou misturar na comida ou bebida.
1 - se desejamos apenas um efeito preventivo (fadiga, epidemia ou outro) geralmente é suficiente tomar uma dose pela manhã ou à noite durante alguns dias.
2 - Em caso de doença aguda (febre, todas as infecções,) é aconselhável começar por duas ou três doses com 3 horas de intervalo; depois uma dose a cada 6 horas durante 48 horas; em seguida a cada 12 horas (de acordo com o estado do animal). Finalmente, apenas uma dose ao deitar durante uma semana, para restaurar a imunidade.
3 - Em casos de distúrbios benignos sem febre, podemos nos contentar com uma dose, uma ou duas vezes ao dia. Sempre prosseguir alguns dias após o desaparecimento dos sintomas.Como poderá constatar, esse tratamento é simples, pode ser levado sem problemas em viagens, porém muito eficaz. Ele combina muito bem com tratamento homeopático ou outro, se necessário.
GATOS
Nossos queridos são delicados; nem pense em misturar uma colher de café da solução no seu patê, mesmo naquele seu preferido: eles vão amarrar a cara com um "snif" desdenhoso e preferirão se abster de comer, a cometer tal indignidade.
Em caso de doença, o método forte se impõe: a seringa! Use uma seringa hipodérmica.
Segure seu gato pela pele do pescoço, levante-o ligeiramente ou mantenha-o firmemente imobilizado( depende do gato) e injete rapidamente o medicamento na sua garganta, pelo canto da boca.
Lembre-se de mantê-lo ainda alguns instantes seguro até perceber que ele engoliu.
Nos casos de gatos que se oponham vigorosamente a qualquer ação deste gênero, melhor fazer o procedimento em duas pessoas: envolva o gato numa coberta ou uma toalha de banho grande, enrole várias vezes para não ser arranhado, mantenha-o apertado, deixando de fora apenas a cabeça, que a segunda pessoa vai segurar com uma mão e introduzir o medicamento com a outra.
Posologia
- Gato filhote: (10 cc ou respeitando o ritmo (uma a seis vezes por dia)
- Gato adulto: 20 cc à uma colher de café por dose.
DOENÇA DOS GATOS JOVENS: TIFO (LEUCOPENIA)
Por ser um vírus muito contagioso, é a doença mais mortal nos felinos não vacinados (e mesmo entre os vacinados). O método citofilático traz excelentes resultados, mesmo que aplicado tardiamente. Porém, evidentemente melhor os tratar desde os primeiros sintomas.
Uma ou duas colheres de café da solução cada 2 ou 3 horas no primeiro dia, depois 2 ou 3 vezes por dia conforme for melhorando, até o restabelecimento definitivo.
GASTRO-ENTERITE INFECCIOSA
Também nessa doença o cloreto de magnésio faz maravilhas quando ministrado uma colher de café (duas, se o tratamento vier tardiamente) a cada 3 horas até a melhora dos sintomas; depois apenas uma colher de café 2 ou 3 vezes por dia até o completo retorno à normalidade.Todas as outras doenças podem ser tratadas da mesma forma.
CAVALOS
O tratamento pelo cloreto de magnésio mostra-se muito eficaz e barato.
Gurma(usagre) ,estado febril, febre tifóide,... não há doença infecciosa que resista a este tratamento tão simples.
Existem três métodos:
- se seu amigo aceita o remédio: injetar em sua boca com uma grande seringa um litro ou mais da solução.- se ele não aceita, será necessário mantê-lo afastado de seu bebedouro habitual e fazê-lo beber a solução em um balde.- outra possibilidade: misturar a solução no trigo.
Posologia
Potro: meio litro da solução 2 vezes ao dia ( ou mais , se necessário)
Até 500 kilos: 1 litro cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento definitivo.
Mais de 500 kilos: 1 litro e meio da solução, como indicado acima.Em casos muito graves, iniciar com duas doses a cada duas ou três horas.
Em todos os casos, respeitar os ritmos indicados.
Podemos aumentar ou diminuir a quantidade em função das reações do animal; os cavalos em geral reagem muito bem ao tratamento.
Uso externo
Em uso externo a solução de cloreto de magnésio também lhes trará muitos benefícios: banhos para os pés, lavagem de feridas e lesões, compressas, etc. É um bom complemento ao tratamento com argila.
Pode-se preparar a pasta de argila usando a solução de cloreto de magnésio no lugar da água.
Nota: este tipo de tratamento se aplica também aos bovinos.
O Doutor Neveu trata também com sucesso a febre aftosa, o aborto, a dificuldade de parir, a mastite, o fleumão, as corizas e bronquites verminosas.. .
Mesmas posologias.
CÃES
Em geral é suficiente adicionar ao seu patê ou latinha a dose necessária: ele engolirá tudo gulosamente. Se ele estiver muito doente e se recusar a se alimentar, use o sistema da seringa hipodérmica (sem a agulha, evidentemente! ) e injete o líquido em sua garganta pela comisura dos lábios.
Posologia
- CÃO PEQUENO PORTE OU FILHOTE: uma colher de café ou de sopa uma a várias vezes ao dia, de acordo com seu tamanho e com a gravidade do caso.
- CÃO PORTE MÉDIO: um copo (125cc) uma a várias vezes ao dia
- CÃO PORTE GRANDE: um copo e meio (180cc) uma a várias vezes ao dia.
DOENÇA DO QUADRADO (CARRÉ) (CINOMOSE)
Essa doença equivale à poliomielite humana e se cura com o mesmo método. O cloreto de magnésio cura imediatamente a forma óculo-nasal, cura rapidamente as formas digestivas e respiratórias.
Ele cura também a forma nervosa, paralisante, desde que a paralisia não exceda ainda 8 dias. Minha experiência comprovou que, mesmo nesses casos, é possível obter a cura, e, em todos os casos, ocorre uma visível melhora no estado do animal.
Ministrar a solução cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento total.
Em casos muito graves, iniciar por duas doses a cada 2 ou 3 horas.
Em casos de urgência, peça ao seu veterinário as injeções intravenosas de cloreto de magnésio Cloreto de magnésio injetável, comercializado em farmácias (laboratório Meram): elas podem salvar a vida do animal.
N.B. as ampolas contém 5 g de cloreto de magnésio por 20 ml de soro fisiológico: 1/2 ampola é suficiente para um cão de grande porte, ¼ de ampola para um de pequeno porte. Esta fórmula galênica só se utiliza em situação de grande urgência, como por exemplo em casos declarados de tétano, leucemia aguda, hepatite viral, parvovirose. ..
A injeção deve ser aplicada por via intravenosa lenta (20 minutos).
PIROPLASMOSE
A cura é rápida: ministrar uma dose da solução pela manhã e à noite durante 2 ou 3 dias.
GASTRO-ENTERITE
Ministrar a solução pela manhã, meio dia e noite, durante 5 dias.
PICADA DE COBRA
Saiba que, nesses caso em particular, o cloreto de magnésio pode salvar seu animal e você: em geral apenas uma dose é suficiente!
PORQUINHO DA INDIA, COELHO ANÃO
É muito fácil faze-los tomar a solução com um conta-gotas. Uma dezena de gotas são suficientes, de uma a seis vezes por dia. Em casos de infecção grave, não hesite em ministrar uma colher de café duas ou três vezes por dia: não há risco algum de super-dosagem! Como ação preventiva, podemos também banhar os grãos que eles comem com algumas gotas, adicionadas de uma preparação de vitamina C.
Em casos de problemas de pele (sobretudo para coelho anão) ou de conjuntivite, o cloreto de magnésio (assim como a argila) é muito eficaz quando aplicado localmente.
GALOS, GALINHAS, PATOS, POMBOS, ROLINHAS, etc.
É muito fácil tratar nossos amigos de penas dessa maneira, porém o mais simples é evitar que eles fiquem doentes, tendo o hábito de misturar o cloreto de magnésio à sua comida. Esta precaução é ainda mais importante se você consome seus ovos.
Preventivamente: uma dose adaptada ao peso do animal no bebedouro (e também na argila) ou, para maior eficácia, misturada à sua comida.
Curativamente: Trate separadamente o animal doente ministrando- lhe diretamente no bico a dose necessária, ou substitua a água dele pela solução magnesiana.
Difteria aviária, cólera aviária, febre aviária, peste aviária:
Uma dose da solução a cada 3 horas (somente durante o dia) até o restabelecimento da saúde.
Pneumonia contagiosa dos frangos:
Uma dose da solução a cada duas horas durante o dia até o restabelecimento da saúde.
Diarréia branca, etc.:
Substituir a água do bebedouro pela solução de cloreto de magnésio.
Pevide (Pépie):
Uma vez retirada a enduração córnea da língua, ministrar imediatamente duas colheres de café da solução: sua galinha voltará imediatamente a comer.
Posologia média geral
- galinha, galo: uma ou duas colheres de café (dependendo do tamanho da ave)
- Pato: uma ou duas colheres de sopa
- Pombo, Rolinha: meia colherinha de café.
HAMSTER
Três a quatro gotas serão suficientes, ministradas com conta-gotas ou misturadas à sua água de beber. Em casos de problemas de pele, podemos também lavar a mesma com um pouco da solução.
PÁSSAROS
O tratamento citofilático é um grande recurso na prevenção de doenças. Faça um tratamento de duas ou três semanas nas mudanças de estação ou quando ele lhe parecer doente. De acordo com o tamanho, adicione a dose da solução de cloreto de magnésio diluída em sua água de beber: eles aceitam muito bem. Vigie seus excrementos e diminua a dose em caso de diarréia.
Posologia
- Pássaros pequenos (canários, etc.): meia colherinha de café da solução no seu bebedouro cheio de água (podemos acrescentar vitaminas ao mesmo tempo). Para os pequenos passarinhos e as raças muito pequenas, algumas gotas serão suficientes.
- Rolinhas, mainás
Uma colher de café da solução para um bebedouro cheio de água.
- Papagaios: uma colher de sopa da solução para um bebedouro cheio de água.
PEIXES
Adicione algumas (poucas) gotas de cloreto de magnésio na água do aquário: só poderá lhes fazer bem. Atenção à dose, principalmente para os peixes de água doce. Seja muito moderado!
USO EXTERNO
Utilize o cloreto de magnésio para tratar todos os ferimentos ou lesões possíveis. A solução não arde e seu animal guardará uma boa lembrança para a próxima vez. Pense também em pomadas à base de cloreto de sódio.
CHAGAS, FERIMENTOS DIVERSOS, MORDEDURAS
Lave bem o ferimento com a solução de cloreto de magnésio sem adicionar nenhum outro produto. Se o ferimento parecer infeccionado: aplicar uma compressa embebida na solução e mantê-la no local, se possível, com uma bandagem. Se não for possível, tente deixa-la sobre o ferimento ao menos alguns minutos: o tempo de fazer-lhe um bom carinho.
Em alguns casos pode ser mais fácil e eficaz para banhar um membro (a perna de um cavalo, uma pata) utilizar uma bacia cheia da solução normal a 20 ou 33 gramas por litro de cloreto de magnésio - à qual você poderá adicionar argila (nesse caso melhor fazer o tratamento do lado de fora, se possível, em consideração aos seus tapetes!) Alguns minutos serão suficientes.
Repetir o procedimento quantas vezes for necessário.
Ao mesmo tempo que a aplicação externa, é muito útil ministrar também o cloreto de magnésio por via interna, a dose da manhã e da noite, até o completo restabelecimento.
Em caso de infecção, temperatura elevada: siga a posologia habitual ministrando a solução em intervalos regulares várias vezes ao dia.
Eczema, sarna, alopecia e outros problemas de pele
Banhar generosamente a pelagem duas a três vezes ao dia, fazendo a solução penetrar até a pele. Cuidado no inverno para que o animal não sinta frio. Acrescente um pouco de cloreto de magnésio à sua alimentação cotidiana para manter as defesas imunológicas, adicione também (levedo de cerveja e óleo de germe de trigo (vitamina E).
QUEIMADURAS
Aplique uma compressa de gaze embebida de cloreto de magnésio. Deixe-a no local afetado, molhando suavemente com a solução várias vezes ao dia. Pode-se alternar esse tratamento com aplicações de lama argilosa.
Todos os animais podem se beneficiar do método citofilático, associado ou não a outros tratamentos. Inspirando-se nos conselhos aqui descritos e com um pouco de prática, você estabelecerá facilmente o melhor programa de tratamento.
27 de dezembro de 2008
Beija-flor faz ninho em carro e família deixa de usar veículo.

Beija-flor faz ninho em carro e família deixa de usar veículo
Família de Ribeirão Preto vai esperar filhotes nascerem.
Para eles, pássaros são presente de Natal.
Uma família de Ribeirão Preto, a 313 quilômetros de São Paulo, vai passar alguns dias sem usar o carro não por algum problema mecânico, mas porque eles não querem espantar um beija-flor que fez o ninho debaixo do automóvel.
O cabo condutor dos fios elétricos do veículo virou suporte para um ninho de beija-flor. O funcionário público Valdir Alves de Sousa conta que só percebeu o ninho porque viu a mãe voar para debaixo do carro várias vezes.
Agora decidiu deixar o automóvel parado enquanto os filhotes não saírem voando. Por enquanto, eles ainda são dois ovinhos. A mãe beija-flor escolheu bem o lugar do ninho: é escuro, não toma chuva nem sol.
A mulher de Valdir, a técnica de enfermagem Paula Tinoco Alves de Sousa, diz que está feliz com a chegada do beija-flor e de seus filhotes.
FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL935603-5605,00-BEIJAFLOR+FAZ+NINHO+EM+CARRO+E+FAMILIA+DEIXA+DE+USAR+VEICULO.html
13 de dezembro de 2008
Coluna da Cora Rónai -
10.12.08
(Esta é a coluna que sai amanhã)
Netcat, a gata macia
Parque Lage: depois das
jaqueiras, os gatos
Filha da Keaton, hoje matriarca da Família Gato, Netcat nasceu, junto com quatro outros gatinhos, entre os últimos minutos do dia 31 de dezembro de 1994 e os primeiros minutos do dia 1 de janeiro de 1995, naquele que foi, sem dúvida, o mais singular Réveillon da minha vida. Seus irmãos, rajados e carismáticos, arranjaram donos assim que desmamaram. A Net, tímida, malhada de preto e branco, na mais banal das configurações felinas, foi ficando: afinal, quem ia querer um gatinho tão comum?
Nós, naturalmente! O que lhe faltava em coragem e disposição para interagir com desconhecidos lhe sobrava em meiguice, numa reserva especial de carinho que guardava para o povo da casa. Morria de medo de estranhos, mas era tão gentil que só aprendeu a rosnar quando o Irineu veio morar conosco, ano passado. Como todo jovem gato, ele vive dando botes nos mais velhos, tentando puxá-los para brincadeiras. Apesar do jeito de filhote que nunca perdeu, Netcat, já uma senhora, não tinha qualquer disposição de dar trela a esse abuso, e fazia questão de deixar isso bem claro. Por outro lado, na hora de dormir, aceitava de bom grado que o Irineu se deitasse a seu lado e, algumas vezes, chegou a fazer-lhe uns cafunés.
Era boazinha, ingênua, discreta. Assim que ouvia o interfone, interrompia o que quer que estivesse fazendo para correr para um dos seus esconderijos secretos. Podia ser só o Zé dando um recado, mas também podia ser uma visita, e sua curiosidade não chegava ao ponto de esperar para tirar a dúvida.
Durante todos esses anos, foi minha fiel companheira de despertar. Bastava que eu me levantasse para que se dirigisse à mesa da sala, onde ficava à espera do pires de leite que bebia enquanto eu lia o jornal e tomava café. Depois, discutíamos as notícias do dia.
Anteontem repetimos, como sempre, o nosso ritual. Enquanto eu pegava o jornal na porta, ela esperava ao lado do pires. Não chegou a beber o leite com entusiasmo; o lote que comprei da última vez não fez muito sucesso. Ainda assim, por força do hábito, deu umas lambidinhas protocolares e foi, em seguida, para a janela, para aproveitar o primeiro sol realmente decente da temporada e observar o movimento lá embaixo. Quanto a mim, fui para o computador, dei telefonemas, cuidei de uma série de coisas. Mais tarde, quando saí, vi que estava deitadinha num dos sofás da sala, ao lado da Tutu e da Keaton.
Quando voltei passava da meia-noite e estranhei que não tivesse vindo me receber. A rapidez com que fugia dos estranhos era a mesma que tinha para vir à porta quando eu chegava. Encontrei-a no quarto, deitada na cama, gemendo baixinho. Em volta, os outros gatos faziam vigília.
Embrulhei-a numa toalha e corri para a clínica. Em vão: Netcat, a gata macia, morreu no caminho, nos meus braços, com a mesma discrição e meiguice que marcaram a sua vida.
* * *
Quem não convive com bichos não pode avaliar o quanto de alegria eles nos trazem, nem como são parecidos conosco. Cada qual tem seu jeito, seus hábitos, sua personalidade; cada um nos ensina alguma coisa, e contribui para que nos tornemos pessoas melhores e emocionalmente mais ricas. Por isso tenho tanta pena dos atuais administradores do Parque Nacional da Tijuca, a começar pelo senhor Ricardo Calmon, que, obviamente, nunca tiveram a felicidade desse convívio.
Não há outra explicação para a frieza e a crueldade que manifestam em relação aos gatos do Parque Lage – alguns velhinhos como a Netcat, que passaram lá toda a vida, outros recém-abandonados, mas todos devidamente castrados e vacinados, inofensivos, indefesos. E, agora, seriamente ameaçados de despejo e de morte, como se fossem meros objetos descartáveis.
Ora, há dez anos eles vêm sendo amorosamente cuidados pela Dra. Preci Grohmann, médica e professora aposentada, que trabalha voluntariamente para pôr um mínimo de ordem no caos: encaminha animais para adoção, anota as placas de veículos de pessoas que abandonam cães e gatos no parque, vai à Justiça e não poupa esforços para educar gente e salvar bichos. Ao longo desse tempo, mais de 800 gatos já encontraram lares graças a ela, que deveria, no mínimo, receber uma medalha. No mundo kafkiano da burocracia brasileira, porém, essa mulher admirável vem sendo implacavelmente perseguida por uma administração que quer dar fim aos gatos, como já deu fim às jaqueiras. Eliminem-se os trastes!
Se quisesse fazer algo de realmente útil à sociedade, o senhor Ricardo Calmon deveria organizar a fiscalização do Parque Lage para evitar o contínuo abandono de animais na área. E se quisesse ir além, e fazer algo de realmente útil em relação a si mesmo, deveria, em vez de perseguir a Dra. Preci, mirar-se no seu exemplo de cidadania, trabalho, amor e dedicação. Assim poderia um dia, quem sabe, tornar-se uma pessoa digna de admiração.
(O Globo, Segundo Caderno, 10.12.2008)
VOCÊ PODE AJUDAR OS GATOS DO PARQUE LAGE ASSIM:
- Comentando a matéria no Jornal de Bairro:
http://oglobo. globo.com/ rio/bairros/ post.asp? t=gatos_do_ parque_lage_ no_centro_ de_nova_polemica&cod_post=146229&a=358
( quem não tem cadastro, é rapidinho fazer um, gratuito )
- Assinando a petição: http://www.abaixoas sinado.org/ abaixoassinados/ 1252
FONTE: http://www.cora.blogspot.com/
MAIS UMA INFORMAÇÃO SOBRE ANIMAIS E PESTICIDAS:
11.12.08
Amigos queridos, mais uma vez muito obrigada pelo carinho que vocês estão nos dando, e que tanto nos reconforta.
Quando convivemos com vários gatos mais ou menos velhinhos, sabemos, desde sempre, que corremos o risco de perdê-los num intervalo relativamente curto de tempo; ainda assim, nada nos prepara para, em menos de seis meses, dar adeus a três companheirinhos tão queridos.
Aparentemente, a Net foi vítima de envenenamento. Digo "aparentemente" porque só poderíamos afirmar isso com certeza absoluta depois do resultado de uma autópsia que teria que ser feita em São Paulo; mas, tirando essa prova absoluta, todo o resto, da rapidez com que morreu aos sintomas que apresentou, apontam nessa direção.
A janela do meu quarto foi descupinizada quinta-feira passada, e o pessoal da Insetisan disse que nenhum de nós, bípedes ou quadrúpedes, poderiamos entrar lá antes de 24 horas.
Passei a chave na porta, e assim foi.
Mas caí na besteira de confiar na dedetizadora.
Nunca façam isso!
Perguntem aos vets, e não aos dedetizadores, por quanto tempo os animais devem ficar afastados de áreas submetidas a pesticidas. A verdade é que, de acordo com os que tarde demais consultei, eles deveriam ter permanecido longe de lá entre três e seis dias.
O resto da Famiglia está macambúzio, mas bem.
Eu, além de estar arrasada, não consigo deixar de me sentir culpada por ter acreditado na Insetisan; e estou tão traumatizada que chamei o Allexc para passar hoje aqui em casa e examinar todos os outros, um por um, da cabeça aos pés.
Ele vão odiar, naturalmente, mas eu, pelo menos, vou me sentir menos preocupada.
Enfim...
Mais uma vez, muito muito obrigada pela força: vocês são mesmo maravilhosos!
6 de dezembro de 2008
GATO DE 27 ANOS DE IDADE

GATO DE 27 ANOS DE IDADE
Mischief ainda não entrou para o 'Guinness', mas já é considerado o gato mais velho da Inglaterra. (Foto: Reprodução )
Com 27 anos, o gato Mischief já é considerado o bichano mais velho da Inglaterra. Mas o título ainda não é oficial, pois essa categoria no livro “Guinness” pertence a Willow, um gato que viveu 26 anos em Shrewsburry. O mais velho do mundo foi Creme Puff, do Texas, que chegou aos 38 anos.
Segundo a publicação “Daily Mail”, os donos de Mischief atribuem sua longevidade à preguiça. “As pessoas nos perguntam o que damos para ele comer, achando que é uma dieta de vitaminas ou algo parecido. Mas não fazemos nada especial. Ele é um garoto preguiçoso e guloso, que come qualquer coisa que agarra com as patas”, afirmou Donna Thorne, 33. Ela é casada com Chris Thorne, 51, que tem o gato desde seus 24 anos.
“Quando mais jovem, ele era bem ativo. Mas agora ele não se mexe, a não ser que seja por comida. Acredito que, no final das contas, sua preguiça o conservou”, continuou Donna. Mischief come ração todos os dias e sua dieta também inclui carne em dias alternados. Ele dorme cerca de 16 horas por dia e não se aventura mais fora da casa onde vive, em St. Austell, Cornuália.
FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL910755-6091,00-PREGUICA+E+TRUNFO+PARA+GATO+MAIS+VELHO+DA+INGLATERRA.html
9 de novembro de 2008
ORAÇÃO À DEUSA GATA
Claudia Porto
Essa noite, Deusa Gata,
Eu te peço por todos os que somem em meio à noite,
Por todos os que vagam errantes pelos telhados,
Por todos os que têm como cama apenas a grama molhada
E pedaços sujos de papelão nos parques.
Te peço por aqueles que não conhecem o calor de um lar,
Por aqueles que não sabem brincar com bolas e ratinhos,
Por aqueles que estão nas ruas com fome,
Por todos aqueles que jamais sentirão o nosso amor,
Que jamais terão a chance de saber o que é ter carinho.
Te peço, ó Deusa, por todos os gatos
Por todos os pequeninos que nascem em meio ao sofrimento,
Por todos os idosos, guerreiros sobreviventes,
Por todos os gatos errantes desta cidade,
E por todos os gatos que vivem nas grandes colônias.
Te peço pelos que são alimentados, e pelos que só conhecem a fome,
Te peço pelos que estão abrigados, e pelos que só tem as ruas como lar.
Te peço também, ó Deusa, por todos os protetores solitários,
Que sofrem dia a dia por conviver com a dor, a tragédia, a falta de humanidade.
Te peço por estes nossos anjos que lutam contra a miséria e a injustiça.
Dê-lhes, ó Deusa, a tua força, a tua impetuosidade, a tua garra, a tua
resistência e coragem.
Dê-lhes o alento das vidas salvas, o conforto da missão cumprida.
Dê-lhes acima de tudo um ânimo eterno, renovado, um fôlego novo,
Para que possam seguir em frente, sem jamais desistir.
Eu te peço, ó Deusa, olhai por todos estes anjos dos animais,
E olhai também por cada pequenino oculto por essa noite sem estrelas
30 de agosto de 2008
13 de julho de 2008
O CÃO E O MENDIGO

Não é apenas um homem e seu cão, são um cão e um homem dois Seres que vivem neste planeta tão desigual, onde poucos têm muito e muitos não tem nada.
A cada dia que passa assisto essa cena do cão e seu amigo, ambos dormindo juntinhos em um mesmo roto cobertor para se aquecer do frio e do vento vindos da natureza, mas o frio que não pode ser aquecido é o da indiferença humana.
Certo dia perguntei: De quem é esse cão? Logo surgiu um rapaz se dizendo dono (tutor), mas logo o dono (tutor) apareceu e o cão para mostrar que ele realmente era seu tutor olhou para mim se postou ao lado do seu amigo, como a dizer ele é meu “dono”.
Ficamos amigos. Cão e seu tutor, logo pela manhã já me esperavam, pois sabiam que traria sua ração e algo para se alimentarem.
8 de junho de 2008
A REVOLUÇÃO DOS BICHOS
Bachinski, com dois dos ratos que salvou do sacrifício na UFRGS. Ele luta pelo direito de se formar sem ter de maltratar animais
Os ratos provavelmente seriam guilhotinados. Ou talvez morressem depois de um procedimento chamado deslocamento cervical: uma das mãos do pesquisador pressiona uma pinça sobre a nuca do animal, enquanto a outra puxa o rabo para trás. Em último caso, os ratos seriam colocados em um saco preto com algodão embebido em éter. Suas mucosas queimariam dolorosamente. Esses ratos são filhotes de fêmeas usadas em experimentos científicos. Pelo procedimento-padrão, seriam sacrificados. Mas esse não foi o fim dos 14 ratos de um laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O estudante de Biologia Róber Bachinski, de 21 anos, salvou os bichos. Atravessou Porto Alegre de ônibus com duas caixas de sapato sobre as pernas. Levou os ratos para casa. Ficou com quatro e distribuiu os outros entre alguns amigos. Bachinski passou a cuidar dos bichos como se fossem de estimação. Mandou fazer uma gaiola de três andares, comprou ração balanceada e bolinhas para brincar. Os ratinhos ganharam até coleiras para passear no parque. Era março de 2006. Hoje, restam apenas dois, doentes terminais, na casa de Bachinski.
A mobilização de Bachinski não foi só um ato isolado de indignação. O estudante está prestes a mudar a forma como as universidades brasileiras lidam com os animais de laboratório. Há dois anos ele abriu um processo contra a UFRGS, alegando ser inconstitucional a obrigação de assistir às aulas que contrariem seus princípios éticos. O termo jurídico para isso é objeção de consciência, uma forma de resistência pacífica à ordem superior. Na semana passada, o Ministério Público Federal publicou parecer favorável a Bachinski. É o primeiro caso como este no país.
Bachinski é contra o uso de animais para pesquisas nas universidades, principalmente quando isso envolve abrir um animal vivo, prática conhecida como vivissecção. Ele não sustenta suas idéias com argumentos religiosos. Ateu, apela para o direito de não ter sua ética abalada por uma prática supostamente enraizada na cultura brasileira. “Meu grande desafio, no momento, é provar que o uso de animais, o sacrifício e a dissecação deles, da forma como acontecem, são crimes ambientais”, diz. O uso de cobaias em laboratório, afirma, é eticamente questionável. “O suposto progresso científico não justifica a dor causada pela manipulação acadêmica.” Bachinski diz que técnicas alternativas teriam o mesmo efeito da vivissecção nas aulas de graduação. Cita um estudo feito pela Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. A pesquisa mostra que é mais barato adotar práticas educacionais a manter animais em laboratórios.
O jovem de cabelos longos lembra um típico hippie dos anos 60. Usa roupas simples e fala baixo. Sua mãe conta que tentou dissuadir o filho de se meter em encrencas. “Ele fica enfrentando a universidade. Isso atrasa o curso. Tenho medo de ele não se formar”, diz. Bachinski diz que sempre gostou de animais. Resolveu, por isso, fazer curso técnico de zootecnia ainda no ensino médio. Conta que aos 17 anos foi obrigado a cortar rabos, orelhas e dentes de leitões vivos. A prática, comum entre pecuaristas, é uma das primeiras lições em campo dos estagiários de ensino médio. Com o tempo, aprendeu a castrar leitões a sangue-frio. “Eu os pendurava pelas pernas de cabeça para baixo. Com uma gilete enferrujada, cortava seus testículos”, afirma. “Aceitei essa violência com a certeza de que o certificado de conclusão do curso me daria credibilidade para falar contra a exploração animal.”
Não foi bem assim. O pesadelo de Bachinski voltou a atormentá-lo na universidade. Ele passou a pesquisar mais o assunto. Descobriu que a experimentação animal não é prática obrigatória na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que regulamenta o ensino no país. E que a autonomia da universidade não pode se sobrepor às garantias individuais da Constituição. Manter-se firme a seus princípios custou caro a Bachinski. Ele diz ter perdido amigos e sofrido assédio moral. “Um professor me disse: ou aceita as coisas como elas são, ou cai fora da faculdade.” Bachinski diz que passou a ter dores crônicas, de estresse. Uma amiga, que também assinava o processo, desistiu. Segundo ele, por medo de represálias.
A UFRGS afirma que a prática é necessária. Na contestação à ação de Bachinski, a universidade diz que “um número incalculável de animais é sacrificado diariamente para satisfazer as necessidades da alimentação”. Afirma também que já tentou substituir as aulas práticas por programas de multimídia, mas que “isso não atendeu aos interesses dos próprios alunos, que teriam solicitado o uso de seres vivos”. Um dos citados no processo, Carlos Olegário da Costa Diefenbach, professor titular de Fisiologia, disse à reportagem que não tem interesse em falar sobre o assunto.
FONTE:
1 de junho de 2008
POLIFAGIA EM ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO
Doença ou personalidade? |
Excesso de carência pode ser polifagia |
Eles comem muito rápido, querem os brinquedos só para eles e pedem atenção o tempo todo. Se você considera a carência de seu animal exagerada, fique de olho, ele pode estar com polifagia. Apesar do comportamento anormal dos animais, a polifagia não é considerada uma enfermidade, como explica o veterinário Alberto Soiti Yoshida. “A polifagia em si, não é uma doença. É mais caracterizada como um traço de personalidade. O animal polifágico quer sempre chamar a atenção, e, geralmente, é extremamente competitivo”, diz Yoshida. Características Os animais polifágicos têm uma preocupação constante em pedir carinho e receber a atenção do dono. Muitos desses animais chegam a desenvolver uma espécie de bulimia. Eles comem rápido, compulsivamente e depois colocam tudo para fora. “Ele sente a necessidade de correr e comer antes que os demais”, afirma Yoshida. Dois são demais Geralmente, os animais que desenvolvem polifagia são aqueles cujo dono possuem mais de um bicho de estimação. O animal que é sozinho, em tese, não necessita competir pela atenção. “Quanto mais animais em casa, maior a probabilidade de o proprietário ter um dos animais polifágicos”, explica Yoshida. A veterinária Kátia Aiello esclarece que os animais com polifagia querem impor sua posição. “Caso um cão seja muito dominante e apareça outro cão na casa, ele pode vir a querer comer sua comida e a do outro, mas esse comportamento é meramente para estabelecer a hierarquia na casa e não por necessidade de armazenar o alimento no seu organismo”, diz Kátia. (*Colaboração Érika Horigoshi) |
Amenize o problema |
“A comida precisa ser racionada. O dono também precisa saber qual é o cão alfa (dominante) e qual é o submisso. Estabelecendo os papéis nessa matilha de dois ou mais, o dono deve dar sempre a comida primeiro para o líder. Tudo o que for dividido entre os animais deve ser dado primeiro ao alfa. Dessa forma, o animal dominante não precisará a todo momento conquistar e lutar pelo seu lugar na matilha e não ficará ansioso”, conta Kátia. Segundo a veterinária, é preciso ainda substituir a comida por brincadeiras. Uma boa dica é colocar a comida dentro de brinquedos que são furados no meio, para dificultar a conquista da comida. Passeios e atividades físicas também são bem vindos. |
31 de maio de 2008
22 de maio de 2008
4 de novembro de 2007
TORTURA COM CÃES E GATOS NA CHINA.
Tortura com a vida animal na China, especialmente com cães e gatos. Mas infelizmente fazemos a mesma coisa com bois, vacas, carneiros, porcos, aves etc... Apenas muda o "tipo" de animal, mas a violência é a mesma. A única coisa que digo ao ver um horror desses é: Pai tenha compaixão de nós, já que não temos compaixão das vidas que estão aqui para evoluir conosco.
28 de outubro de 2007
CADELA QUE RESGATA GATOS
CADELA QUE RESGATA GATOS
Os filhotinhos que Ginny encontra abandonados sempre são adotados. A fama de Ginny e Philip foi crescendo em Long Beach e a ajuda começou a aparecer. No princípio as despesas saíam do seguro-saúde de Philip, que abriu mão de usá-lo em seu tratamento em prol dos animais. Depois criou a Fundação Ginny, que hoje conta com a ajuda de associados, voluntários, veterinários e doações de fabricantes de ração.
Sua fundação alimenta cerca de 200 bichanos por dia na região de Long Beach. Os doentes são resgatados, tratados e castrados, bem como todos os outros que são encontrados pelas ruas. As despesas semanais variam de U$ 250,00 a U$ 1000,00.
Ginny já foi condecorada várias vezes e, o mais incrível, é que foi o primeiro cão de que se tem notícia a receber o título de "Gato do Ano". Além de ter proporcionado a Philip sua cura física e mental, Ginny trata todos os gatos como filhos. Dorme abraçada com eles, divide sua comida (às vezes até abrindo mão dela), coça-os e os salva das mais diferentes situações, descobrindo-os dentro de buracos ou enfiados cruelmente dentro de canos, como certa vez encontrou toda uma ninhada. Segundo seu veterinário, que cuida dos gatinhos voluntariamente, Ginny foi gato em outra encarnação ou é um anjo em forma de cão".
Fonte: http://www.petfriends.com.br/comunidade/contos_acadelaqueresgatagatos.htm
12 de outubro de 2007
27 de agosto de 2007
16 de junho de 2007
OS ANIMAIS SÃO SERES OU COISAS?

OS ANIMAIS SÃO SERES OU COISAS?
Wilson Grassi
Qual é a origem do nosso direito de propriedade sobre eles? Eu sinceramente não gosto do termo posse responsável, pois posse é mais comumente ligado a propriedade. Creio que o termo tutela é mais apropriado, pois tutelar significa proteger quem é incapaz. Na natureza não precisamos tutelar os animais, mas aqueles que domesticamos, normalmente dependem de nós para sobreviver. Agora, voltando ao foco, somos donos de um cão, do mesmo modo que somos donos de um carro ou de uma casa, ou somos apenas responsáveis pelo seu bem estar? No caso das cirurgias estéticas, não discuto a questão da dor ou do sofrimento, pois sei como veterinário, que, se um procedimento cirúrgico for bem executado e medicado (o que nem sempre acontece e nem sempre é feito por veterinários), pode ter seu nível de dor bastante reduzido, mas a questão não é essa.
A questão é: temos realmente o direito de submeter animais sencientes, ou seja, sensíveis e conscientes, a amputações, para satisfazer nossos discutíveis desejos de estética? Podemos permitir também a procriação e o comércio indiscriminados de cães, sabendo que boa parte deles vai acabar vagando nas ruas, condenado ao frio, fome, doenças e atropelamentos? Novamente a pergunta: os animais são seres ou coisas? Devem ter seus interesses levados em conta ou não? Qual característica está presente em qualquer ser humano, criança, idoso, incapaz, que nos torna dignos de consideração, e que não está presente nos animais superiores? Podemos realmente fazer o que quisermos com eles, levando em conta apenas nossos interesses, ou os interesses deles também devem ser considerados?













