16 de maio de 2012

Doe um cobertor e ajude a aquecer os mais de 400 animais abandonados na Aldeia Indígena do Jaraguá.


Doe um cobertor e ajude a aquecer os mais de 400 animais abandonados na Aldeia Indígena do Jaraguá.

  A Aldeia Guarani Tekoa Pyau, localizada na Estrada Turística do Jaraguá, na Zona Oeste de São Paulo, enfrenta muitos problemas para continuar existindo. Os indígenas vivem numa situação de extrema pobreza, são cerca de 160 famílias, aproximadamente 800 índios e uma triste estatística: cerca de 350 cães e 120 gatos abandonados em estado lastimável.

Entre as principais dificuldades vividas pelos índios estão: 


1. A falta de demarcação de suas terras - tendo um processo em aberto na justiça em Brasília, onde tentam tirar as terras dos indígenas, isso os impede de construir qualquer moradia de alvenaria fazendo com que eles tenham que morar em barracos improvisados.
2. A falta de sinalização na estrada - o que tem causado diversos acidentes tanto com pessoas quanto com os animais que lá vivem.
3. O grande número de animais abandonados – a cada dia tem aumentado drasticamente o número de animais abandonados na porta da aldeia, entre eles cães e gatos, que são deixados pelos brancos para os índios cuidarem. Infelizmente eles não têm condições nem para o próprio sustento, mesmo assim tentam dividir a comida com os animais.

A vida destes animais na aldeia é muito triste, falta o básico: comida! E com a chegada do inverno e do frio rigoroso na região, muitos animais adoecem. Então, se você tiver um cobertor velho, uma manta, um edredon ou qualquer pedacinho de tecido quentinho, nos ajude a amenizar um pouquinho o sofrimento desses animais. Caminhas e casinhas também são muito bem vindas.

Ração para cães e gatos também é suma importância, quem puder, por favor doe o que puder. A arrecadação de ração é permanente, por mês é necessário mais de 2 toneladas de ração, mas (com muita dificuldade) somente uma parte disso é arrecadado.

Os medicamentos mais usados são:
Ivermectina 1%, Prednisona de 5 mg e de 20 mg, spray mata bicheira prata, antibiótico Flotril em comprimidos de 50 mg, vermífugo para cães e gatos, Capstar para cães até 11 kg. Gaze para limpeza de feridas e soro fisiológico.

Toda a ajuda é bem vinda! Não pense que o “seu pouco” não faz a diferença.
Doe o que puder. E nos ajude também a divulgar, repasse este pedido para amigos e familiares.

Conheça alguns dos animais da aldeia:


Quem quiser visitar a aldeia, conhecer os animais e ver a situação de perto é só entrar em contato.
Se você estiver pensando em adotar, há animais lindos por lá. E em breve teremos fotos de todos.

O programa do CQC fez uma matéria bem bacana na aldeia, vale a pena assistir:



Aceitamos também doações em dinheiro, há uma conta aberta exclusivamente para os animais da aldeia. É importante
nos avisar do depósito para que possamos colocar na prestação de contas.

BRADESCO: AGÊNCIA 0910-5   CONTA CORRENTE 03094-5 (Em nome de: Maria Ap. Carvalho)

ITAU: AGÊNCIA 0137  CONTA CORRENTE 59048-5 (Em nome de: Andréa Ap. Sevaroli)

Para doar qualquer item é só entrar em contato:

Andréa (asevaroli@gmail.com / (11) 9134-0353) ou Cida (carv4@terra.com.br / (11) 9612-9542).
Agradeço a todos que puderem ajudar.
Abraços,
Andréa Sevaroli
Maria Aparecida




13 de maio de 2012

MÃES DO REINO ANIMAL



MÃES DO REINO ANIMAL

Reuni imagens de várias mães do Reino Animal, uma diversidade imensa de seres que estão neste lindo Planeta  azul chamado Terra para evoluir conosco. Muitas dessas mães estão em extinção por covardia e falta de compaixão dos chamados humanos, mas na verdade desumanos. São mães que vivem nos fundos dos oceanos e na sua superfície. Mães que vivem no “ar”, voando em sua leveza e graciosidade. Enquanto nós seres humanos não temos sua leveza e liberdade de “viajar pelo mundo, apenas abrindo nossas “asas”.“Mães do gelo” e mães da terra firme.

A raça humana só tem uma capacidade de sobrevivência, apesar das diferenças climáticas dos continentes, nossa conformação física é a mesma. Eu me pergunto: o Reino Animal com sua diversidade física, “emocional” e biológica segue seu caminho apenas pedindo o direito de palmilhar este planeta juntamente conosco.

Segundo a biologia há milhões de anos, surgiram os primeiros habitantes do nosso planeta, esses habitantes foram justamente os animais, portanto estavam aqui antes de nós, e até hoje eles não têm seu espaço neste mundo de intolerância, desamor e insensibilidade.

Estão sendo dizimados de todas as maneiras por interesses materiais, por vaidade, lucro, maus-tratos e diversão:  nas caçadas, circos, rodeios, touradas, puxada de cavalos, rinhas, farra do boi, pescarias, pela pseudociência, nos altares  “religiosos”, na indústria da moda, em gaiolas,  nos matadouros em nome de uma alimentação balanceada,  nas granjas sem ver a luz, em laboratórios em nome de pesquisas vãs. etc.etc.

Tiramos os animais de seu habitat natural e os domesticamos, mas desde sempre só o usamos para nosso deleite, e eles em sua pureza, amor e lealdade dedicam suas breves vidas a nós.

Mas essa humanidade perdida e desorientada continua a usá-los para seus interesses espúrios e os abandonam sem misericórdia, o que vemos são maus-tratos com requinte de  crueldade.

Neste dia das mães, dia da força (energia) feminina, energia que tem o “poder” de criar uma outra vida, neste dia onde o amor puro, a sensibilidade e a compaixão pela vida tem seu eco no Cosmos, eu  clamo por compaixão e respeito a este Reino tão sofrido e perseguido pela ignorância humana.

Mulheres -  mães, nossa sensibilidade é a chave para mudanças para este “mundo” e para todas as formas de vida, que neste dia nossas consciências possam se UNIR com todas as formas de vida, sejam humanas ou não- humanas. Essa é nossa responsabilidade como co-criadora com o Cosmos.
Por um mundo de união, Paz e solidariedade com toda a vida.





4 de março de 2012

RÃ VIRTUAL SUBSTITUI SACRIFÍCIO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO



É possível usar alternativas que preservem a vida basta querer.



Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram um programa de computador que pode substituir o sacrifício de animais durante as aulas de fisiologia.

O programa pode substituir o uso de animais nas aulas práticas de Fisiologia e Biofísica, ministradas nos cursos de Medicina, Ciências Biológicas, Enfermagem e Educação Física.

Os estudantes que usaram o simulador acertaram mais questões, enquanto o outro grupo teve mais dificuldades em responder às questões cognitivas. Foto: Francisco Cubo/ Antoninho Perri

Rã virtual
O software educacional, chamado Fisioprat, simula o mesmo procedimento tradicionalmente feito em rãs durante as aulas, mas de forma interativa e lúdica e sem a necessidade de sacrificar o animal.

Além disso, o simulador complementa o ensino fornecendo conteúdo adicional que melhora o aprendizado.

“O objetivo foi justamente propor uma alternativa ao uso de animais sem que o ensino fosse prejudicado,” explica o biólogo Francisco Cubo Neto, que desenvolveu o simulador sob a orientação do professor Miguel Arcanjo Areas.

O software está em processo de patenteamento e, segundo o biólogo, não existem no Brasil produtos semelhantes.

Sacrifício dos animais
Em geral, o uso de rãs ocorre nas aulas práticas para avaliação dos reflexos medulares mediante estimulação química e mecânica. São conceitos importantes para a disciplina, passados a partir de uma aula teórica.

Na sequência, no laboratório, os alunos visualizam como ocorrem os reflexos com o animal intacto e, depois, repetem o mesmo experimento com o modelo animal com a medula lesionada.

“A compreensão do conteúdo é fundamental e, até então, não existia outra forma de demonstrar o mecanismo a não ser utilizando o modelo animal. Por isso, o Fisioprat constitui mais uma opção, além do que abarca todos os temas ensinados na aula,” esclarece Miguel.

Simulação eficaz
Segundo ele, o programa tem como adicional, em relação às aulas tradicionais, uma tela de exercícios, que aparece em cada tópico com o objetivo de reforçar as explicações.

Também foram incluídas resoluções de estudos de casos para que se avaliasse o nível de absorção do conteúdo por parte dos alunos. Em cada uma das telas é dado um feedback para o aluno.

Por fim, são feitas as incisões nas partes do animal por meio de animação gráfica, com a vantagem de se poder repetir o experimento por várias vezes para melhor fixação do conceito.

“Quando a aula é feita no laboratório, existe a possibilidade de que algo possa dar errado. Por exemplo, a anestesia mal aplicada pode comprometer o experimento e o animal não responder aos estímulos ou morrer. Com isso, é preciso utilizar outro animal”, esclarece.

Avaliação
O simulador foi testado com quatro turmas de cursos oferecidos pela Unicamp. Participaram estudantes de duas turmas de Biologia, uma de Medicina e outra de Enfermagem.

Todos, num total de 127 estudantes, fizeram a aula teórica normalmente como ocorre no método convencional. Em seguida, os estudantes foram separados em dois grupos: um grupo realizou a aula prática tradicional, com o modelo animal, enquanto o outro realizou a aula prática com o Fisioprat.

Para avaliar o nível de influência no aprendizado ao se utilizar a nova metodologia, foi aplicado um questionário, ao final da aula prática para os dois grupos.

Os resultados apontaram que o Fisioprat cumpre seus objetivos, pois as notas mais altas foram observadas no grupo que utilizou o software. Ou seja, o grupo que usou o simulador acertou mais questões, enquanto o outro grupo teve mais dificuldades em responder às questões cognitivas.

O biólogo acredita que o programa ainda pode ser melhorado.

O mais importante, porém, é que a iniciativa abre caminho para que outras metodologias substituam o uso de animais nas aulas práticas.

Fonte: Inovação Tecnológica/ Enviado por Ieda Denise Elste





20 de fevereiro de 2012

CÃO SACA DINHEIRO, FAZ COMPRAS E ATÉ A CAMA PARA DONA QUE TEM DOENÇA RARA

Cão saca dinheiro, faz compras e até a cama para dona que tem doença rara Cão saca dinheiro e faz compras para dona no Reino Unido  Labrador treinado faz tudo que dona, que sofre de doença rara, não pode. Ele me devolveu a vida, diz Kate Cross, que passou 18 meses em casa.


A inglesa Kate e seu labrador Byron em
reportagem do Daily Mail (Foto: Reprodução)

Muitos donos se acham sortudos quando seus animais de estimação são convencidos a pegar seus chinelos ou o jornal na porta. Mas o labrador Byron faz estes e outros vários favores para sua “melhor amiga”, Kate Cross, que usa cadeira-de-rodas, todos os dias.

O cão treinado é fundamental para Kate, que sofre da 
A doença rara faz com que as articulações da professora aposentada sejam tão frágeis que ela pode deslocar o ombro apenas ao abrir uma porta.


Mas Byron nunca está longe de Kate e aprendeu a fazer todas as coisas que ela não consegue no dia-a-dia. É o cão quem pega a roupa lavada, faz a cama, vai às compras e até saca dinheiro do caixa eletrônico para sua dona.


“Ele me deu minha vida de volta. Eu posso viver independentemente e não dependo do meu marido ou outra pessoa fazendo as coisas para mim porque está sempre do meu lado. Não consigo mais imaginar minha vida sem ele”, disse Kate ao “Daily Mail”.

Antes dele, Kate contou ter passado 18 meses sem sair de casa sozinha.

A professora aposentada de 49 anos vive em Hinckley, no Reino Unido e ganhou o cachorro em 2007. Segundo ela, Byron foi treinado na instituição de caridade Canine Partners, baseada em Sussex, que já treinou centenas de cães para ajudar pessoas que realmente precisam de ajuda.

Após meses de intensivo treino na instituição de voluntariado, os pequenos cachorros são apresentados a seus novos companheiros, antes de um treinamento também na nova casa.

Byron, que tem 7 anos, ajuda Kate desde o momento em que ela acorda, servindo de suporte para que ela consiga sair da cama e ir para a cadeira-de-rodas.

Enquanto ela prepara o café da manhã, o labrador abre a geladeira e pega o leite. É também ele que pega sua própria tigela para a primeira refeição, e depois a coloca para lavar.

Byron acompanha Kate ao supermercado, onde pega os produtos localizados nas prateleiras mais baixas da lista de compra. E, para inveja dos outros donos de cães, é ele mesmo quem abre a porta do banheiro para usar, quando precisa.