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11 de dezembro de 2012
QUER PAZ EM 2013?
QUER PAZ EM 2013?
Em todo final de ano deveria ser um momento para reflexão, não somente do que vivemos, mas do que deixamos de viver e de fazer por absoluta inércia.
Sonhamos com a paz e a cada início de ano pedimos paz, pedimos misericórdia para nossas vidas e para a vida das pessoas que amamos.
A maioria se senta à mesa para comemorar as festas de fim de ano, mesa recheada de sangue, dor, sofrimento e morte.
Jamais teremos Paz, enquanto não dermos essa Paz ao Reino Animal, nossa Paz passará necessariamente por eles.
Quer viver em paz, e ser um dos artífices dela?
Neste Natal e Ano Novo mude seu cardápio.
Respeite os animais, respeite a vida.
4 de novembro de 2006
PEIXES: ELES TAMBÉM SOFREM

ELES TAMBÉM SOFREM
Os peixes são muitas vezes os mais esquecidos da protecção animal. No entanto, eles são confrontados, tal como os outros animais, com diversos problemas tais como a criação industrial e a poluição..
DOR COMPROVADA
Tal como os humanos e os outros animais, os peixes sofrem. Pesquisadores do Instituto Roslin da Universidade de Edimburgo, dirigidos pelo Dr. Lynne Sneddon, injectaram veneno de abelha e ácido acético nos lábios de alguns peixes, de trutas, para estudar a sua reacção à injecção de substâncias nocivas. Os peixes reagiram. Eles têm na cabeça nociceptores, receptores da dor, idênticos aos dos anfíbios, dos pássaros, dos mamíferos não humanos e humanos.
PESCA EM ALTO MAR
Milhares de peixes são pescados para o comércio agro-alimentar. Prisioneiros das redes, eles morrem sufocados ou esmagados. Retirados do seu habitat, o arrastamento deixa a suas partes laterais com a carne à vista e a descompressão faz explodir a sua bexiga natatória, os seus olhos saírem das órbitas e o esófago e o estômago saírem pela boca. Muitos são esvaziados ainda vivos. Os peixes, os mares e os oceanos são sobrexplorados pela pesca intensiva. O consumo de peixe não pára de crescer (de 17,6 kg em 1961 até 26,6kg em 1996 por ano por habitante, a nível mundial) e o desastre ambiental de se acentuar.
CRIAÇÃO DE PEIXES:
Sob pretexto de solução para os problemas ecológicos e para a fome no mundo, apesar das lições ainda recentes das vacas loucas, por exemplo, as explorações industriais florescem. E consequentemente as doenças também.Os peixes, aglutinados em espaços estreitos, nadam em ninhos de doenças. São mantidos em espera com uma grande quantidade de medicamentos e de antibióticos. Substâncias que se encontram depois também na alimentação humana. E alimentam-se de outros peixes, o que acentua o desaparecimento de espécies selvagens (é necessário entre cinco e vinte quilos de peixes pescados para alimentar um peixe de um quilo nos viveiros).
PASSATEMPO:
A pesca desportiva prejudica. Os anzóis perfuram a carne. A dor é tanta que os peixes debatem-se desesperadamente. Depois decapturados, são atirados para terra ou libertados na água.
Mas aqueles que são libertados partem por vezes com o anzol preso às guelras ou aos órgãos internos, caso o tenham engolido. Deixam de poder alimentar-se ou deslocar-se. Entre todos esses peixes condenados ao prazer dos pescadores, milhões advém da reprodução artificial. Perdidos, degenerados, eles não sabem sequer proteger-se.
Mas aqueles que são libertados partem por vezes com o anzol preso às guelras ou aos órgãos internos, caso o tenham engolido. Deixam de poder alimentar-se ou deslocar-se. Entre todos esses peixes condenados ao prazer dos pescadores, milhões advém da reprodução artificial. Perdidos, degenerados, eles não sabem sequer proteger-se.
REDOMA
São milhões às voltas sem cessar dentro da sua redoma, sofrendo de tédio e de stress. A maioria das vezes, o "peixe vermelho" não tem as condições de vida de que necessita, nem a alimentação que lhe convém. Quanto aos peixes "exóticos", se alguns provêm de viveiros, outros são apanhados na natureza, o que tem repercussões na biodiversidade.
Traduzido por Cristina Portela Rodrigues do site:
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