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1 de junho de 2014

Estudo diz que amantes dos gatos são mais inteligentes

ESTUDO DIZ QUE AMANTES DOS GATOS SÃO MAIS INTELIGENTES

SAN FRANCISCO - Um estudo da Universidade de Carrol, em Wisconsin, nos Estados Unidos, mostra que a personalidade das pessoas que gostam de cães é bem diversa daquelas que amam os gatos. De acordo com a pesquisa, as pessoas que disseram que preferem os cachorros tendiam a ser mais animados, além de ter mais energia e serem mais extrovertidos. O estudo ainda apresentou outra curiosidade: esses tendem a acompanhar de perto e com atenção as regras estabelecidas em sociedade.

Os amantes dos gatos, por outro lado, se apresentaram com personalidade mais introvertida, mais aberta e mais sensível do que amantes de cães. Elas também tem a tendência a ser não-conformistas e não gostam de seguir regras. O estudo ainda descobriu algo inusitado e que pode polemizar entre os donos dos bichinhos de estimação: os que gostam de gatos alcançaram maiores pontos no quesito inteligência do que os amantes de cães.

Ambiente interfere

Parte dos motivos para as diferenças de personalidade pode estar relacionada aos tipos de ambiente que cachorros e gatos preferem, de acordo com a pesquisadora Denise Guastello , professora associada de psicologia da Universidade onde o estudo foi realizado.

- Faz sentido que uma “pessoa cachorro” vá ser mais animada, porque eles vão querer estar sempre no ambiente externo, lidando com as pessoas, trazendo seu cão - afirmou. - Considerando que, se você é mais introvertido e sensível, talvez você tenha mais vontade de ficar em casa lendo um livro, e seu gato não precisa ir para fora para uma caminhada. "

Os pesquisadores entrevistaram 600 estudantes universitários, perguntando se eles se identificam como amantes de cães ou de gatos. Questionaram ainda quais são as qualidades, eles consideravam mais atraentes em seus animais de estimação. Os participantes também responderam a uma série de perguntas para avaliar a sua personalidade.

No total de entrevistados, mais pessoas disseram adorar cães do que gatos: cerca de 60 % contra 11% que disseram que eram admiradoras dos gatos. O restante citou outros animais.

É possível que as pessoas selecionem animais com base em sua própria personalidade - disse Denise Guastello.


9 de setembro de 2012

DIA DO VETERINÁRIO


SER VETERINÁRIO
                   Autor Desconhecido

Ser Veterinário não é só cuidar de animais.

É, sobretudo, amá-los, não ficando somente nos padrões de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza é querer preservá-la sempre mais bela

Ser Veterinário é ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas, principalmente, entendê-los e amenizá-los.

É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser Veterinário é não se importar se os animais pensam, mas sim, se sofrem.

É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.
Ser Veterinário é aproximar-se de extintos.
É perder medos.
É ganhar amigos de pêlo e penas, 
que jamais irão decepcioná-lo.
Ser Veterinário é ter ódio de gaiola, 
jaula e corrente.

É perder um tempo enorme apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através dos animais a si mesmo.

Ser Veterinário é conviver lado a lado com
ensinamentos profundos, sobre amor e vida.

"Todos nós podemos nos formar em veterinária, mas nem todos seremos veterinários".

16 de setembro de 2011

Por que os animais tornam as nossas vidas mais saudáveis?


De tanto estudar o comportamento dos animais, o pesquisador americano-suíço Dennis Turner descobriu que a companhia deles nos traz muito mais benefícios do que as alegrias domésticas já conhecidas. “Eles podem ser o fator fundamental de cura para doenças físicas e emocionais além de melhorar a auto-estima, o bom humor e os relacionamentos”, afirma. Turner dirige um centro de estudos na Suíça que oferece cursos de terapia para psiquiatras, psicoterapeutas, assistentes sociais, administradores de hospitais. Confira a entrevista com o estudioso:

Independentemente da cultura ou do status socioeconômico, ter um cão ou um gato em casa é altamente benéfico. Os tutores de animais estão entre os que sobrevivem mais tempo após um ataque cardíaco, sofrem menos de depressão, de solidão, de medo e de ansiedade. A presença deles estimula a auto-estima, especialmente de crianças com problemas na escola, e ajuda na reintegração de jovens desajustados, idosos e deficientes à sociedade. O pré-requisito para isso, entretanto, é que sejam bem cuidados e respeitados.

Existem dados que comprovem essa relação com a melhora na saúde?

Pesquisas realizadas na Austrália e na Suíça mostraram que famílias que têm animais têm uma redução significativa com despesas médicas. Essas pessoas também gastam menos com medicamentos. Muitos estudos demonstram ainda que a presença deles em casa diminui a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e o estresse dos moradores. Quem tem um cão também ganha com as caminhadas diárias, que auxiliam na prevenção de problemas cardíacos e na recuperação de quem sofreu um infarto.

Há experiências de sucesso com pacientes em tratamento psiquiátrico?

Sim. Doentes que não pronunciavam uma única palavra havia anos e não respondiam aos métodos tradicionais de terapia têm se socializado por meio do contato com animais. A simples presença deles funciona como um quebra-gelo para o doente não comunicativo, por exemplo. Ele começa direcionando um olhar fixo para o animal. Algum tempo depois, passa a tocá-lo. Nas consultas que se seguem, conversa somente com o animal. Mais tarde, o terapeuta entra nessa conversa fazendo comentários sobre o animal e dirigindo o assunto para sentimentos humanos. A partir daí, o terapeuta poderá ajudar o paciente a estabelecer uma relação com outras pessoas.

A terapia com animais pode ser uma opção para os países em desenvolvimento reduzirem os gastos com saúde pública?

Os programas que tratam portadores de deficiência física e mental, crianças com dificuldades na escola, delinquentes juvenis, pessoas que sofrem com a violência doméstica e presidiários estão entre os que muito têm a ganhar, pois essa terapia não exige grandes investimentos. Além disso, os governos podem fazer uma economia indireta de recursos públicos ao investir em educação sobre a posse responsável de mascotes. Isso aumenta o respeito das pessoas para com eles e diminui o número de animais abandonados. É melhor prevenir do que optar pelo sacrifício.

Além de nos manter mais saudáveis, que outros benefícios eles nos trazem?

Alguns psicoterapeutas já prescrevem a aquisição de um animal como parte de um programa de terapia familiar. Um cão ou um gato pode unificar os membros em conflito, propiciando a todos um foco comum, que frequentemente tem início com diálogos sobre o animal e sobre os cuidados que ele requer.

Por que as pessoas abandonam os animais? Na França e na Itália, é comum ver famílias soltá-los nas ruas ao sair de férias. Nos Estados Unidos e no Brasil, levam-se cães e gatos saudáveis para ser sacrificados.

As pessoas não consideram os cuidados que um animal requer – alimentação adequada, consultas ao veterinário e carinho -, o que significa tempo, dedicação e um certo investimento financeiro. Às vezes são cativadas pela graciosidade de um filhote e não se dão conta de que ele crescerá tornando-se, para alguns, menos atrativo. Também ocorre de ignorarem o tempo de vida do animal – cerca de 12 anos para cães e 20 anos para gatos – no momento em que decidem ter um. Outra razão é a mudança de casa ou o desemprego repentino. Nesses casos, a melhor atitude seria procurar uma pessoa que pudesse cuidar dele. É antiético abandonar o animal à própria sorte. Ele passa por uma fase miserável de vida e morre logo. É por isso que o aprendizado sobre o que os animais podem significar para nós e sobre o que nós significamos para eles é extremamente importante.

Fonte: Abril




FONTE:
http://www.anda.jor.br/2011/09/15/por-que-os-animais-tornam-as-nossas-vidas-mais-saudaveis/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-que-os-animais-tornam-as-nossas-vidas-mais-saudaveis









17 de junho de 2011

O GATO ZEN



O Homem estava muito triste. Sabia que os dias do Gato estavam contados. O médico havia dito que não havia mais nada a fazer, que ele deveria levar o Gato para casa, e deixá-lo o mais confortável possível.

O Homem acariciou o Gato em seu colo e suspirou. O Gato abriu os olhos, ronronou e olhou para o Homem. Uma lágrima escorreu pela face do Homem e caiu na testa do Gato. O Gato lhe lançou um olhar ligeiramente irritado.

“Por que você está chorando, Homem?”, perguntou. “Porque não suporta a idéia de me perder? Porque acha que nunca vai poder me substituir?”

O Homem fez que sim com a cabeça.

“E para onde acha que eu irei quando deixar você?”, o Gato perguntou.

O Homem deu de ombros, sem saber o que dizer.

“Feche os olhos, Homem”, disse o Gato. O Homem o olhou sem entender bem, mas obedeceu.

“De que cor são meus olhos, meu pêlo?”, o Gato perguntou..

“Os olhos são dourados e o pêlo é marrom, um marrom intenso e vivo”, o Homem respondeu.

“E em que parte do corpo tenho pêlos mais escuros?”, o Gato perguntou.

“Nas costas, no rabo, nas pernas, no nariz e nas orelhas”, disse o Homem.

“E em que lugares você mais costuma me ver?”, perguntou o Gato.

“Eu vejo você... no parapeito da janela da cozinha, observando os passarinhos... na minha cadeira preferida... na escrivaninha, deitado em cima dos papéis de que eu preciso... no travesseiro ao meu lado, à noite”.

O Gato assentiu.

“Você consegue me ver em todos esses lugares agora, mesmo de olhos fechados?”, perguntou.

“Claro. Vi você neles por muitos anos”, o Homem disse.

“Então, sempre que você quiser me ver, tudo o que precisa fazer é fechar os olhos”, disse o Gato.

“Mas você não vai estar lá de verdade”, respondeu o Homem com tristeza.

“Ah, é mesmo?”, disse o gato. “Pegue aquele barbante do chão – ali, meu ‘brinquedo’”.

O Homem abriu os olhos, esticou o braço e pegou o barbante. Tinha uns 60 centímetros e o Gato conseguia se divertir com ele por horas e horas.

“De que ele é feito?”, o Gato perguntou.

“Parece que é de algodão”, o Homem disse.

“Que vem de uma planta?”, perguntou o Gato.

“Sim,” disse o Homem.

“De uma só planta ou de muitas?”

“De muitos algodoeiros,” o Homem respondeu.

“E seria possível que outras plantas e flores nascessem no mesmo solo do algodoeiro? Uma rosa poderia nascer ao lado do algodão, não?”, perguntou o Gato.

“Sim, acho que seria possível”, disse o Homem.

“E todas as plantas se alimentariam do mesmo solo e da mesma chuva, não é?”, o Gato perguntou.

“Sim”, disse o Homem.

“Então, todas as plantas, a rosa e o algodão, seriam muito parecidas por dentro, mesmo aparentando ser muito diferentes por fora”, disse o Gato.

O Homem concordou com a cabeça, mas não conseguia entender o que aquilo tinha a ver com a situação.

“E então, aquele barbante”, disse o Gato, “é o único barbante do mundo feito de algodão?”

“Não, claro que não”, disse o Homem, “foi tirado de um rolo de barbante”.

“E você sabe onde estão todos os outros pedaços de barbante, e todos os outros rolos?”, perguntou o Gato.

“Não, não sei... seria impossível saber”, disse o Homem.

“Mas mesmo sem saber onde estão, você acredita que eles existem. E mesmo que alguns pedaços de barbante estejam com você, e outros estejam em outros lugares... mesmo que alguns sejam curtos e outros sejam compridos, e mesmo que seu rolo de barbante não seja o único no mundo... você concorda que há uma relação entre todos os barbantes?”, o Gato perguntou.

“Nunca tinha pensado nisso, mas acho que sim, há uma relação”, o Homem disse.

“O que aconteceria se um pedaço de barbante caísse no chão?”, perguntou o Gato.

“Bom... ele ia acabar enterrado, e se decompondo na terra”, o Homem disse.

“Sei”, disse o Gato. “E talvez nascesse mais algodão naquele lugar, ou uma rosa”.

“Pode ser”, concordou o Homem.

“Quer dizer que a rosa no parapeito da janela pode ter alguma relação com o barbante na sua mão, e também com todos os barbantes que você nunca viu”, disse o Gato.

O Homem franziu a testa, pensando.

“Agora pegue uma ponta do barbante em cada mão”, instruiu o Gato.

O Homem fez o que foi pedido.

“A ponta na mão esquerda é o meu nascimento, e a na mão direita é minha morte. Agora junte as duas pontas”, disse o Gato.

O Homem obedeceu.

“Você formou um círculo contínuo”, disse o Gato. “Alguma parte do barbante parece diferente, melhor ou pior que qualquer outra parte dele?”

O Homem examinou o barbante e então fez que não com a cabeça.

“O espaço dentro do círculo parece diferente do espaço fora dele?”, o Gato perguntou.

De novo, o Homem fez que não com a cabeça, mas ainda não sabia se estava entendendo onde o Gato queria chegar.

“Feche os olhos de novo”, disse o Gato. “Agora lamba a mão”.

O Homem arregalou os olhos, surpreso.

“Faça o que eu digo”, disse o Gato. “Lamba a mão, pense em mim em todos os meus lugares costumeiros, pense em todos os pedaços de barbante, pense no algodão e na rosa, pense em como o interior do círculo não é diferente do exterior”.

O Homem se sentiu bobo, lambendo a mão, mas obedeceu. Ele descobriu o que um gato deve saber, que lamber uma pata é muito relaxante, e ajuda a pensar mais claramente.. Continuou a lamber, e os cantos da boca começaram a esboçar o primeiro sorriso que ele dava em muitos dias. Esperou que o Gato lhe mandasse parar mas, como este não mandou, abriu os olhos. Os olhos do Gato estavam fechados. O Homem acariciou o pêlo marrom, quente, mas o Gato havia morrido.

O Homem cerrou os olhos com força e as lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto.

Viu o Gato no parapeito da janela, na cama, deitado em cima dos papéis importantes. Ele o viu no travesseiro ao seu lado, viu os olhos dourados brilhantes, e o marrom mais escuro no nariz e nas orelhas. Abriu os olhos e, por entre as lágrimas, olhou para a rosa que crescia em um vaso na janela, e depois para o barbante que ainda segurava apertado na mão.

Um dia, não muito depois, tinha um novo Gato no colo. Era uma linda gata malhada... tão diferente do seu querido Gato anterior mas, ao mesmo tempo, tão parecida.



O Gato Zen é um conto que faz parte do livro Pedaços do meu coração, coletânea de escritos de Jim Willis, ativista de causas animais norte-americano.
  
Tradução: Daniela Travaglini
Copyright da tradução brasileira © 2003 by Lugano Editora



11 de junho de 2011

Animais na Terceira Idade – Ensaio Fotográfico de Isa Leshko

Se eles são fofos quando filhotes, imagine quando se tornam velhinhos…

  Não são só os filhotes de animais que podem ser fofinhos. A fotógrafa Isa Leshko provou, em um ensaio fotográfico muito delicado, que até mesmo na 'melhor idade' os bichos podem despertar suspiros.


Cachorro Blue, 19 anos

O cachorro Blue tem 19 anos
Para um cachorro, 19 anos de vida é muito tempo! Mas isso não tira a fofura do cãozinho Blue, que aparece nesta foto.

Cachorra Kelly, 11 anos


Com 11 anos, a cachorra Kelly foi um dos animais fotografados por Isa Leshko
Com 11 anos, a cachorra Kelly foi um dos animais fotografados por Isa Leshko no ensaio 'Elderly Animals', 'Animais Velhinhos' em tradução livre.

Gata Sophie, 19 anos


A gata Sophie tem 19 anos
Mesmo com seus 19 anos de idade, a gatinha Sophie não deixou para trás o charme típico dos felinos.

Cavalo Handsome One, 33 anos

O cavalo Handsome One tem 33 anos
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O cavalo Handsome One, de 33 anos, já aparenta estar um pouco cansado.

Cachorro Red, 14 anos

O cachorro Red tem 14 anos
O cachorro Red também está no ensaio, mostrando toda a maturidade dos seus 14 anos de idade.

Porca Teresa, 13 anos

A porca Teresa tem 13 anos
A porca Teresa foi fotografa por Isa Leshko tirando um cochilo.

Galo de idade desconhecida



O galo já parece meio cansado para cantar logo cedo pela manhã
De idade desconhecida, o galo já parece meio cansado para cantar logo cedo pela manhã.


Égua Moonie, 32 anos

A égua Moonie tem 32 anos
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A égua Moonie lança um olhar desconfiado para as lentes de Isa Leshko. O animal tem 32 anos de idade.

Ganso, 28 anos
Este ganso tem 28 anos
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Com 28 anos, o ganso parece não ter superado a timidez diante das câmeras.

Loba Kiri, 17 anos


A loba Kiri tem 17 anos
A loba Kiri, com 17 anos, descansa sobre o feno..

Peru Marino, 5 anos

O peru Marino tem 5 anos
Cinco anos pode não parecer muito para você, mas já é bastante tempo de vida para o peru Marino.