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2 de outubro de 2016

Gatos, nossos anjos da guarda


Ouve um tempo que eu tinha “certeza” que havia “anjo da guarda”, um ser invisível que cuidava de mim e de todos os seres, cada um tinha o seu, um ser à minha disposição para livrar-me das ciladas da vida (ou das nossas próprias cilada para com Ele), hoje não tenho mais certeza de nada, aliás, ficou uma tênue ideia de que, existe alguma coisa que “torce” por nós, mas para todos igualmente, sem preferências. Não que eu achasse que “meu” anjo da guarda desse preferência a mim, porém, me ensinaram que ele era “só meu”.
Hoje pensando nisso vejo que se assim fosse, iria contra as Leis da vida, onde todos são UM com o Criador.

Nós nos separamos, porém, o Criador acredito que nos “vê” como um só.
Já os gatos eu não tenho dúvidas que são nossos anjos da guarda, não que merecemos ter “alguém” especial para nos ajudar nessa caminhada tão complexa que se chama vida, eles são nossos anjos porque há um amor infinito neles, em especial aqueles que passaram por maus-tratos e nós lhes demos uma chance para nós amar e nos proteger.

Acredite ou não em anjos que nos protegem invisivelmente, acredite, os gatos e todos animais são nossos anjos no visível.

Adote um animal abandonado e terá um anjo no visível e com isso irá facilitar o “trabalho” do seu anjo que está lá no “céu”.

"Um anjo vem todas as noites: senta-se ao pé de mim, e passa sobre meu coração a asa mansa, como se fosse meu melhor amigo."

 Lya Luft   

5 de setembro de 2016

FRANK E LOUIE, O GATO DE DUAS CARAS

FRANK E LOUIE, O GATO DE DUAS CARAS

A maioria dos gatos com duplicação crânio-facial (ou diprosopia) não sobrevive por mais do que algumas horas, mas o caso de Frank e Louie é diferente: ele já completou 13 anos de vida.

Apesar dos dois nomes, o gato é um só (não tem dois cérebros, por exemplo), já que sua condição não foi causada pela união de dois embriões, mas por uma proteína chamada “Sonic Hedgedog Homolog” (sim, o nome da proteína faz referência ao personagem de videogame Sonic).

Seu dono original queria sacrificá-lo e o levou para um consultório veterinário. Uma funcionária, contudo, decidiu adotar Frank e Louie, e o gato vive com ela até hoje em Massachusetts (EUA), junto com outro gato e um papagaio.

No vídeo abaixo, você verá como Frank e Louie tem uma vida “normal”, apesar da sua condição. Curiosidade: esse tipo de gato é conhecido como “gato Janus”, em referência a um deus romano de duas faces

FONTE: http://www.vocerealmentesabia.com/2013/06/frank-e-louie-o-gato-de-duas-caras.html#more


 VÍDEO DE FRANK E LOUIE

14 de março de 2016

Dia Nacional dos Animais


"Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência." 

Declaração Universal dos Direitos dos Animais

17 de fevereiro de 2015

DIA MUNDIAL DO GATO

DIA MUNDIAL DO GATO 

Comemora-se tantas datas, na maioria das vezes fica-se só na comemoração, dia do gato, dia dos animais, dia da árvore, dia da água, dia do meio Ambiente etc.

Hoje é um bom dia para refletirmos sobre o abandono dos gatos, refletirmos contra o preconceito contra eles, preconceitos variados, gato preto dá azar, gatos são transmissores de supostas doenças, gatos são traiçoeiros, gatos só gostam da casa.

Aproveite esse dia, abra seu coração e comemore adotando um gato abandonado, castrando um (s) gato de rua, ou castrando um gato de alguém que não tenha condições.

Ama gatos?
Quer ajudar? 
CASTRE... CASTRE... CASTRE...
Não abandone
ADOTE...
NÃO COMPRE..

7 de outubro de 2014

Cientistas brasileiros afirmam que os animais têm sentimentos

Provas vão além de bichos de estimação e abrangem bois, cavalos, porcos, peixes e ratos
Evidências abrangem cavalos, porcos, peixes, ratos e bois

“Nós concluímos que os animais não humanos não são objetos. Eles são seres sencientes. Consequentemente, não devem ser tratados como coisas.” Esse é parte do texto da chamada Declaração de Curitiba, documento assinado por 26 cientistas durante o III Congresso Brasileiro de Biomédica e Bem-estar Animal, no mês passado. O objetivo é passar uma mensagem clara de que os animais têm sentimentos, assim como os seres humanos, e, por isso, não devem ser usados como instrumento em pesquisas, experimentos nem para fins de entretenimento.

Segundo a médica veterinária, PhD e pós-doutora Carla Moleno, exitem evidências científicas que comprovam o teor do documento. “Embora a afirmação pareça óbvia, na sociedade ainda é comum considerar animais como objetos”, afirma. As evidências se dividem em quatro categorias: comportamentais, neurológicas, farmacológicas e evolutivas. Elas mostram que os animais se comportam como seres humanos, além de apresentarem estrutura nervosa semelhante à do homem. Por exemplo: algumas das substâncias liberadas diante de sensações de medo, ansiedade e alegria nos seres humanos também estão presentes nos animais. Segundo Carla, existe uma explicação evolutiva para isso: tais sentimentos auxiliam na sobrevivência das espécies e, por isso, eles predominaram nos seres humanos e nos outros animais.

Essa dimensão do animal, no entanto, é relegada a segundo plano. O professor de clínica de cães e gatos da Universidade de Brasília (UnB), Jair Costa, explica que os animais costumam ser tratados como objetos por serem considerados bens de seus donos. “Existem os animais considerados de produção, como os equinos e os bovinos, e os pets, que são os animais de companhia. Ambos são tidos como bens materiais de seus proprietários e, por isso, é possível que a sociedade tenda a considerá-los objetos”, comenta o educador.

Cássia Soares, 39 anos, acredita plenamente que sua cadela, Sofia, da raça dachshund, tem sentimentos. Cássia é proprietária de uma loja de móveis usados na Asa Norte e conta que a cadela vai para o trabalho com ela todos os dias há oito anos. “Somos muito grudadas. O pessoal do comércio já conhece a Sofia por ela vir trabalhar comigo”, conta a comerciante. O marido de Cássia, Corinto Miranda, confirma: “A Sofia não sabe falar, mas ela demonstra sentimentos da maneira dela”. Ele conta que, no começo do casamento, a cadela sentia muito ciúme da dona com o novo companheiro e, por isso, não gostava dele. Agora, eles se dão bem e o animal faz parte da união como se fosse uma filha, segundo o casal.

O professor Jair Costa conta que o comportamento dos animais tem relação com a maneira como eles foram criados pelos donos. “Alguns animais são criados isolados e acabam desenvolvendo a agressividade. É daí que surgem os preconceitos, por exemplo, com os pitbulls”, esclarece. No outro extremo, quando animais são criados com atenção demais, eles desenvolvem outras características, muitas vezes semelhantes com a dos seres humanos.

AMPLA DEFESA

A Declaração de Curitiba foi assinada no III Congresso Brasileiro de Biomédica e Bem-estar Animal, que ocorreu de 5 a 7 de agosto em Curitiba, Paraná. O documento foi baseado em uma declaração semelhante, escrita na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, em 2012, conhecida como Declaração de Cambridge sobre a Consciência Animal, que traz uma discussão mais técnica para o assunto. “Depois de dois anos da Declaração de Cambridge, a Declaração de Curitiba nasce para que a posição do meio científico possa ser usado por qualquer pessoa em qualquer contexto”, explica Carla Moleno, presidente do congresso.

O evento foi realizado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e contou com a presença de cientistas e veterinários brasileiros e internacionais, como o canadense Philip Low. A Declaração de Curitiba não diz respeitos só a animais domésticos. O documento defende que animais usados em circos, em laboratórios e para alimentação também são sencientes e não podem ser “objetificados”. “Apesar de o afeto ser associado aos bichinhos de estimação, não podemos esquecer que outros animais apresentam essas evidências, como cavalos, bois, porcos, peixes e ratos”, ressalta a veterinária Carla.










23 de janeiro de 2014

Teste de cosméticos em animais é proibido no Estado de São Paulo

Os amantes de animais são uma raça especial de seres humanos, generosos de espírito, cheios de empatia, talvez um pouco propensos ao sentimentalismo, e com o coração tão grande como um céu sem nuvens" 
John Grogan

É apenas um começo, falta muito para se cantar vitória a meu ver, pois as empresas de remédios continuarão a fazer testes “impunemente”, mas já é um início. A luta continua ainda mais forte.

Parabéns aos que fizeram a diferença.

O ativismo e a proteção animal do Estado de São e do Brasil é que está de parabéns.

Para conhecer as novas regras leiam:

19 de janeiro de 2014

ESPOROTRICOSE TEM TRATAMENTO, TRATE SEU ANIMAL, NÃO O ABANDONE.

Esporotricose por todo o país em gatos de rua e o sofrimento deles é terrível

Causada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose é uma micose que pode afetar animais e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos. Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde.

São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco. s e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos.

Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde. São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco.

Quais são os principais sinais clínicos e sintomas da esporotricose?

Nos gatos, as manifestações clínicas da esporotricose são variadas. Os sinais mais observados são as lesões ulceradas na pele, ou seja, feridas profundas, geralmente com pus, que não cicatrizam e costumam evoluir rapidamente. A esporotricose está incluída no grupo das micoses subcutâneas.

A esporotricose atinge quais animais? Como é o contágio?

Embora a esporotricose já tenha sido relacionada a arranhaduras ou mordeduras de cães, ratos e outros pequenos animais, os gatos são os principais animais afetados e podem transmitir a doença para os seres humanos. O fungo causador da esporotricose geralmente habita o solo, palhas, vegetais e também madeiras, podendo ser transmitido por meio de materiais contaminados, como farpas ou espinhos. Animais contaminados, em especial os gatos, também transmitem a doença, por meio de arranhões, mordidas e contato direto da pele lesionada.

A esporotricose se manifesta em humanos?

Sim. O homem pega o fungo geralmente após algum pequeno acidente, como uma pancada ou esbarrão, onde a pele entra em contato com algum meio contaminado pelo fungo. Por exemplo: tábuas úmidas de madeira. Outra forma de contágio são arranhões e mordidas de animais que já tenham a doença. Ou o contato de pele diretamente com as lesões de bichos contaminados. Mas, importante: isso não significa que os animais doentes não devam ser tratados. Pelo contrário. A melhor solução para evitar que a doença se espalhe é cuidar dos animais doentes, adotando, para isso, algumas precauções simples, como o uso de luvas e a lavagem cuidadosa das mãos.

Como é possível identificar a esporotricose em humanos?

A doença se manifesta na forma de lesões na pele, que começam com um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida. Geralmente aparecem nos braços, nas pernas ou no rosto, às vezes formando uma fileira de carocinhos ou feridas. Como pode ser confundida com outras doenças de pele, o ideal é procurar um dermatologista, que vai fazer o diagnóstico adequado.

Os gatos podem transmitir esporotricose para as pessoas?

Sim, por meio de arranhões, mordidas e contato direto com a lesão. Por isso é importante que o diagnóstico seja feito rapidamente e que o animal doente receba o tratamento adequado. Animais doentes não devem nunca ser abandonados. Se isso acontecer, eles vão espalhar ainda mais a doença. Caso suspeite que seu animal de estimação tenha esporotricose, você deve procurar um médico veterinário, que vai orientá-lo sobre como cuidar dele sem correr o risco de ser também contaminado.

É possível que um gato doente contamine outros animais que convivem no mesmo ambiente, como uma casa, quintal ou apartamento?

Sim. Por isso é aconselhável isolar o gato do contato com outros animais, separando-o num ambiente próprio, para que receba os cuidados de que necessita sem comprometer a saúde dos outros bichos da casa. Outro cuidado muito importante: em caso de morte do animal com esporotricose, é essencial que o corpo seja cremado, e não enterrado. Isso porque a micose pode se espalhar pelo solo, espalhando a doença entre outros animais.

Que cuidados podem evitar a transmissão?

Uma boa higienização do ambiente pode ajudar a reduzir a quantidade de fungos dispersos e, assim, novas contaminações. É também importante não manusear demais o animal, usar luvas e lavar bem as mãos. Em caso de morte dos animais doentes, não se deve enterrar os corpos, e sim incinerá-los, para evitar que o fungo se espalhe pelo solo.

Onde levar um gato com suspeita de esporotricose para ser atendido?

O animal com suspeita de esporotricose deve ser levado a uma clínica veterinária. Há atendimentos de baixo custo e alguns gratuitos. No Rio de Janeiro, o animal pode ser encaminhado à Unidade de Medicina Veterinária da Prefeitura, que presta atendimento de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde, com distribuição de números por ordem de chegada. Para mais informações acesse o site www.rio.rj.gov.br/ijv


A Fiocruz, por meio do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec), também oferece atendimento. No entanto, o serviço já está trabalhando com sua capacidade de atendimento esgotada, devido ao excesso de procura nos últimos meses. Isso significa que, por ora, a Fiocruz não pode atender a novos casos.

Por sua vez, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman também pode contribuir com informações. O IJV fica na Avenida Bartolomeu Gusmão 1.120, em São Cristóvão, Rio de Janeiro. O contato é ijv@rio.rj.gov.br

E o atendimento às pessoas, onde é feito?

A população pode procurar clínicas e ambulatórios de dermatologia. O Ipec/Fiocruz atende pessoas com doenças infecciosas e parasitárias, inclusive da pele. Porém, para ser atendido é necessário comparecer ao ambulatório portando um encaminhamento médico que especifique a razão do atendimento.

Se há alguma lesão, o paciente pode comparecer até as 10h no Ambulatório do Ipec (às terças, quartas e quintas-feiras) e, tendo vaga, haverá atendimento.

Informamos ainda que os dias de atendimento podem variar de acordo com o período de férias dos médicos, desta forma sugerimos que ligue antes para o número (21) 3865-9506.

Para qual órgão devo comunicar que existem casos de esporotricose na região onde moro?

Ao Centro de Controle de Zoonoses do seu município. No Rio de Janeiro, o telefone é (21) 3395-1595. Caso não exista um setor como esse no seu município, sugerimos que comunique o caso à Secretaria de Saúde, pois é uma doença que pode contaminar os seres humanos.

Outro contato pode ser feito com a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, pelo telefone 1746 ou no site http://www.1746.rio.gov.br/servicos.php.

Qual o tratamento indicado para gatos? E para humanos?

O tratamento recomendado, na maioria dos casos humanos e animais, é o antifúngico itraconazol. A dose a ser administrada deve ser avaliada pelo veterinário, de acordo com a gravidade da doença. Mas, dependendo do caso, outros fármacos podem ser usados.

Como conseguir o medicamento? A Fiocruz oferece gratuitamente?

É possível comprá-lo em farmácias de todo o país. O fornecimento de medicamentos pela Fiocruz é restrito àqueles pacientes que estão regularmente matriculados, bem como aos animais que estão em acompanhamento no Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos

Onde posso conseguir o medicamento por um preço reduzido?

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos citaram a Ultrafarma (www.ultrafarma.com.br

Quanto tempo dura o tratamento?

Dependendo do caso, o tratamento pode durar meses ou mais de um ano. É muito importante que o tratamento seja seguido à risca.

É contagiosa apenas por contato ou o fungo também pode ser transmitido pelo ar?
A transmissão do fungo através da inalação é possível, mas é rara.

Já existe ou está sendo desenvolvida alguma vacina contra a esporotricose?

Não existe vacina contra esporotricose, mas alguns estudos vêm sendo desenvolvidos.

Existe transmissão entre humanos? Ou seja: uma pessoa com esporotricose pode transmiti-la para outra?


Não há registros de casos deste tipo de transmissão. Pelo que se sabe, as pessoas só contraem a doença pelo contato com meios ou animais contaminados.

Para mais informações, localização e contato:

Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas

Avenida Brasil 4.365 - Manguinhos, Rio de Janeiro

Contatos: Atendimento Pessoas: (21) 3865-9506

Fax: (21) 2290-4532

Texto encaminhado por
Alzira Mara Azevedo Novaes - advogada e ativista

FONTE:http://www.focinhosgelados.com.br/modules/news/article.php?storyid=344#.Utr3PxOc1_o.facebook

10 de janeiro de 2014

Gata de Joinville atinge rara marca para os felinos: o centenário

HASSAN SOUZA
hassan.souza@an.com.br

Cléo é uma verdadeira senhora. São aproximadamente 100 anos ao lado da dona, a carioca Maria Amélia Cardoso, de 77 anos. Isto, é claro, se convertermos os seus 22 anos de gata para a idade humana, afinal, especialistas dizem que a contagem é diferente para as duas espécies. A gata mora em Joinville há seis meses, quando a dona mudou-se do Rio de Janeiro para o bairro América.

A gatinha centenária pesa um quilo e meio e vive com a família Cardoso desde 1992, quando foi encontrada ainda filhote por Maria Amélia, no Passeio Público, no Centro do Rio de Janeiro. Cléo era tão pequena, que a dona teve que dar mamadeira para alimentá-la nas primeiras semanas. Os anos foram passando e os cuidados sempre foram constantes.

– A Cléo faz parte da família. Qualquer coisinha que aconteça com ela, nós levamos ao veterinário – ressalta Maria.

Apesar de todo zelo e carinho da família, a idade avançada trouxe problemas de audição e visão à gatinha.

– Ela esbarra nas coisas em casa, mas está esperta e tem saúde. O animal bem cuidado tem muitos anos de vida.

Adriana Kammholz, veterinária dos animais de Maria Amélia – ela tem outros nove gatos – concorda com a dona de Cléo. Segundo ela, os gatos estão com uma vida cada vez mais longa, principalmente, devido aos cuidados que os proprietários têm com os bichinhos. 

Alimentação adequada, atividades físicas, visitas periódicas ao veterinário e brinquedos para evitar o estresse, garante a especialista, aumentam a probabilidade de ter a vida prolongada.

16 de fevereiro de 2013

Invadir um domicílio para socorrer animais é legal?



O direito que nos assiste quando expressamos o nosso inconformismo com o crime é o mesmo que se transforma em dever da autoridade pública em averiguá-lo, pois o cidadão espera dos órgãos de governo a proteção necessária contra o crime e a violência.

Muitas pessoas já sentiram tristeza e indignação quando ouviram o cão do vizinho uivando ou latindo, ou o miado do gato abandonado, expressando solidão, fome, angústia, dor e desespero pelas crueldades sofridas.

No último final de ano, um gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar do Edifício Paquita, em Higienópolis, região central da capital paulista, sem água e sem comida, chamou a atenção da mídia e ganhou destaque nos principais jornais e grandes portais de Internet. A foto do gato foi publicada, pela primeira vez, no início da tarde do dia 1° de janeiro, pelo estadao.com.br. Foram feitos pedidos de socorro ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, sem êxito.

O síndico do prédio, sabendo que os responsáveis pelo gato abandonado viajaram para o Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o asilo inviolável para prestar socorro ao animal. As pessoas que se preocupam com o bem-estar dos animais sentiram-se vitoriosas.

A Constituição Brasileira declara, no seu artigo 5º, XI, que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”                                        

Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano. Não tem fundamento e é arbitrária qualquer restrição ao texto constitucional, pois o próprio artigo 225, §1º, inciso VII, afirma incumbir ao Poder Público a vedação das práticas que submetam os animais à crueldade.

“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” e que “para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade”.

Deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime. De que maneira poderá o Poder Público, em obediência à Constituição, proteger este animal ou vedar a submissão dele à crueldade ou à morte sem socorrê-lo? É dever do Poder Público, fazendo uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestar socorro imediato ao animal.

Devemos lembrar, ainda, que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.

Algumas providências acautelatórias devem ser tomadas para que não venha a ser configurada a violação de domicílio. Em companhia de duas testemunhas, abra a porta da casa com um chaveiro e, depois da prestação do socorro, feche-a. No próprio local, lavre um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assine e colha as demais assinaturas. Comunique o ocorrido na circunscrição policial e leve o animal para ser atendido e examinado numa clínica veterinária. “Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”, conforme nos faz lembrar o brilhante Promotor de Justiça de São José dos Campos – São Paulo, Laerte Fernando Levai, em sua obra Direito dos Animais.



20 de dezembro de 2012


“Um homem só será realmente ético quando obedecer ao dever que lhe é imposto de ajudar toda a vida que for capaz de ajudar e quando se der ao trabalho de impedir que se causem danos a todas as coisas vivas. Ele não pergunta se esta ou aquela vida é digna de solidariedade enquanto dotada de valor intrínseco, nem até que ponto ela é capaz de sentimentos. Para ele, a vida é sagrada enquanto tal.” 
Albert Schweitzer

3 de outubro de 2012

E SONHAMOS COM A PAZ...


E SONHAMOS COM A PAZ...

Ao olhar essa triste imagem e tantas outras parece que não vou agüentar ver tanta crueldade contra os animais e com os humanos, essa imagem  me faz refletir – o  que está acontecendo neste Planeta? O mal sempre esteve  presente no mundo, mais agora parece que abriram uma porteira e ele veio se instalar no Planeta Terra. 

Animais mortos das maneiras mais cruéis possíveis. Na semana passada vi um filhotinho de gato de cor preta jogado na sarjeta, mais uma vitima da ignorância e da indiferença pela vida em nome de “deus”, estava com os olhinhos furados, não teve a chance de viver neste mundo insensível e cruel.

 Gata encontrando seus filhotes mortos a bala, facadas com as vísceras para fora (EUA), gatinhos e cãezinhos ainda filhotes jogados nas calçadas, matagais e rios por irresponsabilidade dos chamados humanos. Cão com as patas cerradas, cães arrastados por dementes não da mente, mas da alma. Cães com o rosto arrancado. Cães enterrados e queimados vivos. 

Sem falar nos que são mortos a cada segundo pela indústria da morte para alimentar os antropófagos do mundo, antropófagos sim, pois os animais nos dias de hoje são membros da família. Animais mortos para enriquecer ainda mais a indústria da moda, as pessoas não refletem que aquele sapatinho macio, aquela bolsa que a atriz ou madame ostenta ou aquele casaquinho “chique” pago a preço de ouro traz em seu rastro sangue, dor, sofrimento e morte de muitos seres inocentes tudo por pura vaidade. 

Animais mortos em nome de uma pseudociência que estacionou tanta, tecnologia inútil, tanto conhecimento intelectual, mas nenhum conhecimento da essência da vida, da intuição, solidariedade, compaixão pela vida.

Quantos pseudo cientistas exibem seus troféus manchados de sangue dor e sofrimento e ganham capas nas revistas consideradas mais importantes do mundo. Será que eu que estou enlouquecendo ou o “mundo” enlouqueceu?

Crianças enterradas vivas, jogadas de carros em movimento, jogadas em rios, lixeiras, idosos jogados nas ruas. Moradores de rua mortos a marretada ou incendiados. 

O mal está ganhando adeptos como nunca, seus súditos estão à sua inteira disposição. E o que mais me entristece é que a justiça humana de certa maneira os está aplaudindo, pois não toma nenhuma atitude. Os meios de comunicação falam tanto no assunto (ou não falam nada) que as pessoas nem prestam atenção, pois daqui a pouco ninguém mais se lembra.

E ainda ouço pessoas reclamando que no facebook não deveria ser colocadas imagens e noticias tristes. Alguém da minha lista, por favor, se tiver uma noticia alegre, bonita coloque em meu mural, mais noticia sobre a vida de humanos e não humanos. 

Não estou interessada em notícia “bonita” sobre a roupa nova e caríssima da madame X ou y, não estou interessada em amenidades, mais de realidade, realidade da maioria não de meia dúzia de humanos que só se preocupam com o próprio umbigo. Não me interessa a vida pessoal de ninguém. Interesso-me pela realidade da humanidade seja ela humana ou não humana. E esse não humana inclui árvores, rios, mares, relva, o ar, Xingu, Amazônia, ou seja, a fauna e flora deste planeta tão lindo, mais tão devastado pela mão humana. 

Quando vamos nos conscientizar que SOMOS TODOS UM, perante o Cosmos, que os animais são nossos companheiros de jornada nesta caminhada pela Terra, estão aqui para viver, amar, aprender e evoluir conosco. Sonhamos com a Paz, nunca teremos paz, saúde e harmonia em nossas vidas enquanto essa Paz e harmonia não passar pelo Reino Animal e da Natureza.






22 de agosto de 2012

Não são só os chineses de maltratam animais.

Essa é a imagem de um mercado de carne de cachorro em Pequim, registrada em 23/06/2012.Enquanto um ativista durante uma manifestação ajoelhava-se para pedir perdão por tanta morte e crueldade desnecessária, os outros dão risada...


ESSA IMAGEM QUE REPASSEI NO FACEBOOK ABRIU-ME PARA ESSA REFLEXÃO...

Meu grande sonho é que todos fossem ao menos  sensíveis com os animais abandonados e depois que todos se tornassem ao menos vegetarianos, mas infelizmente isso parece estar longe de se ver esse sonho realizado. Mas isso não me dá o direito de ficar amaldiçoando quem come carne, especialmente a de animais domésticos. Vejo pessoas amaldiçoando os Chineses ou outros povos que infelizmente não tem sensibilidade pela vida. Mas há muitos chineses sensíveis, temos o caso daquela Sra. que tem centenas de cães em um país onde eles são alimento. Vemos ONGS heroínas que lutam  contra a matança de golfinhos, e temos que ter em mente que um protesto no Japão não é tão simples como no Brasil, eles correm risco de vida. Infelizmente não nasci vegetariana/vegana, me tornei vegetariana, também fiz parte dessa massa inerte  e inconsciente por muitos anos. Acordei, então tenho que ter paciência e tolerância com os que possivelmente acordarão um dia.

Por isso, procuro conscientizar, acho que faremos mais tentando conscientizar que atacar.  Felizmente, não podemos julgar toda nação chinesa por alguns, apesar de saber que grande parte dos chineses comem tudo que se move, temo que qualquer hora comam até gente, já que comem animais de estimação.

Há alguns anos atrás saiu em todos jornais do mundo (inclusive pus no meu blog) o caso de um chinês que salvou uma cobra ferida e ela não quis mais ir embora, e essa cobra salvou sua mãe de um incêndio. Veja você, eu não tenho o coração tão puro para cuidar de uma cobra, com certeza se encontrar uma vou correr, não vou matá-la. Mas vou fugir como uma covarde, já fiz isso, não sei se ela precisava de ajuda, mais eu precisava porque corri covardemente, aliás ela correu para um lado e eu para outro, ambas com medo uma da outra.

Estou me afastando de pessoas que destilam ódio contra as coisas que elas consideram erradas, o ódio não vai levar a nada, conscientização sim. Além dos brasileiros comerem carne sabemos que muitos comem gato e cão também, todos acham “estranho”, mas não acham estranho abandonar animais nas ruas depois de tê-los por anos por estarem velhos ou doentes, não acham estranho e imoral cuidar de seu animal mas afugentar, jogar água quente e tantas barbaridades em um animal doente. Amam seu animalzinho, mas não afagam um animal abandonado sarnento ou faminto. Você mesmo  teve uma experiência muito triste, ama o seu animal, mas não lhe permite amamentar pequenos órfãos que sem uma mãe adotiva morrerão, me diga  amiga não é muita hipocrisia da “nossa” parte?

Temos muito que aprender e isso deverá passar pela tolerância. Mas isso não significa que não temos que ir  à luta, as ruas para tentar amenizar e acabar com todo esse sofrimento. Vejo pessoas xingando até a própria  sombra, mas não sai do conforto do seu sofá para ir às ruas na hora que é convocada, não sou adepta a quantidade, mas na proteção animal quantidade pode fazer a diferença, pois os assassinos que só pensam  em lucro não desejam perder consumidores, e creio que podemos fazer mudanças substanciais indo as ruas, dia 22 de setembro temos a oportunidades de fazer a diferença, mas por outras convocações vi pouca gente aderir, mas vejo muitas xingando.

Ontem uma pessoa me disse que não vai as convocações porque é esse ou aquele grupo que promove, sinceramente, há alguns grupos que me causam ojeriza, pois alguns são  arrogantes demais, nos tratam como simples objeto de seus objetivos, mas depois de muito  “brigar” comigo mesma  me perguntei: você está indo a essas convocações, assinando petições, enviando e-mails para seu prazer ou reconhecimento pessoal ou pelos animais?  Essa pergunta mostrou claramente que eu estava me comportando como eles. Resolvi o seguinte: os animais é que importam, se essas ações vão  ajudar os animais não importa que as faz, os animais é que são o objetivo.

Amor, tolerância, respeito e conscientização essa poderá ser a mudança...

8 de junho de 2012

Quem convive com gatos vive melhor, segundo estudo

Por Roberta Oliveira (da Redação – EUA)



Quando você pensa em algo que melhore sua saúde, adotar um gatinho vem à sua mente? De acordo com informações do site Future Medica, profissionais de saúde e pesquisadores afirmam que conviver e cuidar de um gato traz muitos benefícios à saúde.


Baixa o risco de doenças cardiovasculares – Um estudo da Universidade de Minnesota descobriu que pessoas quem possuem gatos possuem de 30 a 40 menos chance de morrer de doenças cardiovasculares.


Reduz risco de ataques do coração – Não é somente todo o sistema cardiovascular que é beneficiado, mas o coração também.


Melhora o sistema imunológico - Gatos sabem quando você não está se sentindo bem, e oferecem conforto, lhe ajudando a se recuperar, e melhorar o sistema imunológico.


Diminui as chances de desenvolver alergias – Se você pretende ter um bebê, adote um gato, pois eles ajudam a prevenir alergias em crianças.



Ajuda a prevenir asma em crianças – Além de ajudar a prevenir alergias, há evidências que a convivência com gatos ajuda a prevenir asmas em crianças. O contato com gatos desde criança ajuda a prevenir várias doenças respiratórias.


Reduz pressão arterial – Curtir a companhia de um gatinho ajuda a reduzir a pressão arterial. Afagar um gato é relaxante e ajuda a diminuir a pressão.


Baixa os níveis de triglicérides – Você pode baixar seus níveis de triglicérides ao se exercitar e comer poucos carboidratos (especialmente alimentos processados). Mas você pode fazer mais. Além de malhar e comer bem, ter um gato também ajuda. Estudos mostraram que possuir um gato diminui os níveis de triglicérides e melhora o sistema imunológico.


Baixa o nível de colesterol – Um estudo em 2006 no Canadá mostrou que donos de gatos têm mais sucesso em redução de colesterol, do que pessoas tomando medicamentos.


Reduz risco de derrame – Um estudo da Universidade de Minnesota mostrou que donos de gatos têm menos chances de sofrer um derrame.


Reduz estresse – Tutelar um gato traz muitos benefícios psicológicos, e um deles é aliviar o estresse. Poder cuidar de um animal, ter um gatinho para abraçar faz você se sentir bem, e reduz o nível de estresse.


Reduz ansiedade – Afagar um gato é calmante. Quando você está ocupado cuidando de um gato, você se preocupa menos.




Melhora o humor – Um gato lhe ajuda a se sentir melhor, melhorando também seu humor.


Ajuda com depressão – Tutelar um gato não cura a depressão, mas ajuda a não pensar em problemas, e se focar em outras coisas.


Ajuda com autismo – O autismo é marcado pela dificuldade de interação social e comunicação com outras pessoas. Possuir um gato ajuda nesses casos.


Reduz a solidão – Muitas pessoas possuem sentimento de solidão e acham conforto na companhia de um gato.


Menos visitas ao médico – Estudos mostraram que lares para idosos que permitem que os residentes possuam gatos gastam menos com medicamentos.


Vida mais longa – Gatos trazem muitos benefícios que podem prolongar a vida de seus tutores.


Adotar é um ato de amor, seja um gato ou qualquer outro animal, e é para a vida toda. Não se está aconselhando ninguém a adotar um gato somente pelos benefícios à saúde. Quem ama seu animalzinho sabe como a relação com eles é especial, assim como o amor incondicional que eles demonstram por nós, e como nós somos os responsáveis pelo bem estar deles.




Fonte: http://www.anda.jor.br/20/05/2012/quem-convive-com-gatos-vive-melhor-segundo-estudo

30 de dezembro de 2011

PARE DE COMPARAR: GATO NÃO É CÃO


Especialista esclarece os sinais que demonstram a afetuosidade dos gatos, pois eles são tão carinhosos quanto os cães
Muitas pessoas ainda insistem, de forma equivocada, em comparar o temperamento de gatos e cães. Nessa “disputa” desleal, os felinos muitas vezes “perdem” e acabam sendo apontados como individualistas, traiçoeiros e insensíveis.
Essa visão distorcida é resultado da interpretação errada dos sinais e das demonstrações de afetuosidade dos gatos, conforme esclarece a Dra.

Elaine Pessuto, médica veterinária e diretora do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária. “Infelizmente quem nunca teve gatos tem esse hábito, ao comparar a pessoa acaba caindo no erro de achar que gatos são insensíveis ou até mesmo traiçoeiros, pois não conseguem perceber as demonstrações de incômodo ou mesmo de felicidade desses animais”, salienta a médica.
Todas as pessoas, mesmo as que não convivem com cães, sabem identificar quando os cães estão felizes: eles abanam o rabo. Mas como sabemos quando os gatos estão felizes? Esse desconhecimento faz com que os felinos sejam incompreendidos.
Os gatos expressam satisfação através de um barulho semelhante a um ronco leve, esse movimento chega até a vibrar sua garganta e tórax, levando as pessoas leigas a acreditarem que ele possa estar doente, com asma ou pneumonia. Esse movimento é chamado ronronar”, esclarece a Dra. Elaine.
Ainda de acordo com a especialista, outra forma do felino demonstrar sua felicidade com alguma coisa ou pessoa é se esfregar ou mesmo “amassar pão”, movimento constante feito com as patinhas. “Eles fazem isso, pois possuem glândulas na região da boca e da mão; essas glândulas deixam uma secreção nos objetos e nas pessoas que eles gostam, um sinal de dizer que ‘isso’ é adorado por eles e conseqüentemente deles”, explica.
Outra peculiaridade é a forma como sinalizam sua insatisfação com determinada situação. “Ele pode demonstrar insatisfação movimentando suas orelhas para trás, elas são verdadeiros termômetros de humor, quanto mais para trás maior é a insatisfação. Outra forma de mostrar chateação é através da cauda, com um movimento ritmado como se ele orquestrasse, e a velocidade desse movimento pode ficar cada vez rápida se o que o incomoda persistir”, destaca.
Segundo a médica veterinária os gatos são extremamente participativos e comunicativos, além de serem sociáveis com pessoas e outros animais.
Assim como os cães, eles também precisam de atenção e carinho. “Tudo depende de como eles são criados. Devemos manter o vínculo de carinho e proteção. Nada de deixar os gatos saírem e não alimentá-los; pires de leite de vez em quando não é dieta balanceada para gatos, fora a necessidade de castração e de manter o animal sem sair. Carinho e alimento irão manter qualquer animal bem feliz junto ao seu dono”, orienta Dra. Elaine Pessuto.
Embora carinhosos, os gatos são animais que conseguem manter uma certa independência, o que a maioria dos cães não consegue. Os gatos, quando ligados emocionalmente, encaram seus proprietários como ‘pais’.
E para aquelas pessoas, que por desconhecimento, ainda insistem em dizer que os gatos não gostam de carinho, a médica veterinária reforça: “O gato adora carinho e também sabe dar carinho, a maneira como eles fazem é que é diferente. Quando eles esfregam o focinho e o rosto nas pessoas eles estão esfregando suas glândulas oronasais e molares e eles só fazem isso em pessoas ou objetos que eles adoram. Isso para os gatos é carinho”.

Fonte:
Dra. Elaine Pessuto, médica veterinária e diretora do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária
CRMV 20060
Tel.: (11) 2305-8666
www.cetacvet.com.br

FONTE: 






25 de novembro de 2011

COMA GATOS E CURE-SE?




Ganhei essa sacola no meu Aniversário da Fátima I Love Cats. Ontem fui ao médico e a levei, enquanto esperava na sala de espera de repente uma pessoa pergunta o que está escrito?  Ah! Você gosta de gatos pretos, respondi sim, pretos, amarelos, marrons, amo todos animais sem distinção.

E como era de se esperar uma pessoa disse que não gostava de gatos porque tinha asma, até ai tudo bem estou cansada de ouvir essa asneira. Mas o que ouvi em seguida me tirou do chão, uma pessoa disse: coma carne de gato que você sara, pulei da cadeira como se ela tivesse molas.

Quem lhe disse isso?  Gatos tem sete fôlegos, ahhhh!  De onde você tirou isso, os gatos são como os outros animais em se tratando de viver, se não forem cuidados morrerão como qualquer um, como qualquer ser vivo.

Lá vem ela... um gato caiu em um poço e conseguiu sair, eu já estava querendo  esganar a criatura, mas me contive, e lhe disse: sabe porque o gato subiu e saiu do poço? Não é porque tem 7 vidas, mas porque  tem habilidade, consegue subir alturas, tem unhas para ajudá-lo escalar.  Mas ela não se rendia continuava dizendo uma série de bobagens.

Para não esganá-la lhe pedi encarecidamente que não ficasse falando essas asneiras que comer gato cura qualquer tipo de doença. Expliquei que convivo com gatos desde criança e que já os vi morrer por quedas e até mesmo por ter caído em um poço.

Eu já tinha ouvido muitas crendices sobre gatos, mas essa nunca tinha ouvido. O que me entristece e me assusta é saber que muitos gatos já morreram e vão morrer pela ignorância humana. Eles já são maltratados e mortos por tanta besteira, mais essa.

Certa vez vi um sujeito maltratando um gato, porque segundo ele o gato era um animal “maldito”, pois havia negado água para Jesus.  Lhe perguntei Jesus que lhe disse isso? Ele me olhou assustado e disse que lhe haviam falado.

Depois não entendem porque amo os animais.

 Aproveitando.. a  Fátima  faz coisas lindas para gateiros  e afins, faz reciclagens que são verdadeiras obras de arte. Ela faz tudo para e pelos animais, além de ser uma grande guerreira pelos animais, tem vários animais idosos e alguns doentinhos, neste Natal compre  as obras de arte dela e com isso estará ajudando os animais.