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10 de janeiro de 2014

Gata de Joinville atinge rara marca para os felinos: o centenário

HASSAN SOUZA
hassan.souza@an.com.br

Cléo é uma verdadeira senhora. São aproximadamente 100 anos ao lado da dona, a carioca Maria Amélia Cardoso, de 77 anos. Isto, é claro, se convertermos os seus 22 anos de gata para a idade humana, afinal, especialistas dizem que a contagem é diferente para as duas espécies. A gata mora em Joinville há seis meses, quando a dona mudou-se do Rio de Janeiro para o bairro América.

A gatinha centenária pesa um quilo e meio e vive com a família Cardoso desde 1992, quando foi encontrada ainda filhote por Maria Amélia, no Passeio Público, no Centro do Rio de Janeiro. Cléo era tão pequena, que a dona teve que dar mamadeira para alimentá-la nas primeiras semanas. Os anos foram passando e os cuidados sempre foram constantes.

– A Cléo faz parte da família. Qualquer coisinha que aconteça com ela, nós levamos ao veterinário – ressalta Maria.

Apesar de todo zelo e carinho da família, a idade avançada trouxe problemas de audição e visão à gatinha.

– Ela esbarra nas coisas em casa, mas está esperta e tem saúde. O animal bem cuidado tem muitos anos de vida.

Adriana Kammholz, veterinária dos animais de Maria Amélia – ela tem outros nove gatos – concorda com a dona de Cléo. Segundo ela, os gatos estão com uma vida cada vez mais longa, principalmente, devido aos cuidados que os proprietários têm com os bichinhos. 

Alimentação adequada, atividades físicas, visitas periódicas ao veterinário e brinquedos para evitar o estresse, garante a especialista, aumentam a probabilidade de ter a vida prolongada.

5 de outubro de 2013

CÂNTICO DO IRMÃO SOL - São Francisco de Assis

CÂNTICO DO IRMÃO SOL
São Francisco de Assis

Altíssimo, onipotente e bom Deus, Teus são o louvor, a glória, a honra e toda benção. Só a Ti, Altíssimo, são devidos, e homem algum é digno de te mencionar. 

Louvado sejas, meu Senhor, com todas as Tuas criaturas. Especialmente o irmão Sol, que clareia o dia e com sua luz nos ilumina. Ele é belo e radiante, com grande esplendor de Ti, Altíssimo é a imagem.

Louvado sejas meu senhor, pela irmã Lua e as Estrelas, que no céu formastes claras, preciosas e belas. 

Louvado sejas meu senhor, pelo irmão Vento, pelo ar ou neblina, ou sereno e de todo tempo pelo qual as Tuas criaturas dais sustento. 

Louvado sejas meu senhor, pela irmã Água, que é muito útil e humilde e preciosa e casta. 

Louvado sejas meu senhor, pelo irmão Fogo, pelo qual iluminas a noite, e ele é belo e jucundo e rigoroso e forte. 

Louvado sejas meu senhor, pela nossa irmã a mãe Terra, que nos sustenta e nos governa, e produz frutos diversos, e coloridas flores e ervas. 

Louvado sejas meu senhor, pelos que perdoam por teu amor e suportam enfermidades e tribulações. Bem aventurados os que sustentam a paz, que por Ti, Altíssimo serão coroados.

Louvado sejas meu senhor, pela nossa irmã a morte corporal, da qual homem algum pode escapar. Ai dos que morrerem em pecado mortal! 

Felizes os que ela achar conforme à Tua Santíssima vontade, porque a segunda morte não lhes fará mal. 

Louvai e bendizei a meu Senhor, e daí lhes graças e servi-o com grande humildade. Amém. que apaga o ódio e fomenta o amor.”

9 de fevereiro de 2012

ANIMAIS, VIDA, DOR.



Estou cansada de ouvir: você acha que um gato vale mais que um ser humano? Estou cansada de responder: estou falando de afeto, sentimento, amor, esses sentimentos estão em todos os Seres sejam humanos ou não humanos. Para mim, não importa quem esteja em sofrimento, a dor não tem nacionalidade, religião, etnia, animais, plantas e toda Natureza sofrem. Em alguns Reinos não percebemos sua dor como percebemos nos humanos e nos animais, mas todos sofrem de alguma maneira. Meu amor e dedicação pelos animais é igual a que dedico a um ser humano necessitado. Não consigo ver diferença alguma, nem na dor, nem no amor. Um dia ouvi uma palestra onde o palestrante dizia que devíamos amar os animais como gente e os humanos como alma. 
Ele não dizia para amarmos os animais como gente para torná-los humanos, os vestindo e fazendo essas bobagens que fazemos os tornando ridículos mas, os humanizando no sentido de direitos, carinho, amor, parceria e dedicação. Não acho difícil tratar os animais como gente dando carinho, amor, dedicação os “ouvindo” e contribuindo com sua evolução. Mas confesso que ainda não consigo tratar os humanos como alma, pois muitas vezes me dá impressão que muitos não têm alma.


8 de janeiro de 2012

Punição a agressores de animais é tratada com ironia na Câmara



Estamos em um ano eleitoral, defensores animais ou não, chegou o momento de dar seu voto a quem defende a vida, seja humana ou não humana. Quem não tem respeito ou simpatia com animais não percebem que, da mesma maneira que os políticos ignoram os animais e a Natureza, ignoram nossas crianças, nossos idosos, enfim nos ignoram. Eles já perceberam que animais “dão voto”, sim, pois há alguns políticos que ao se aproximar as eleições posam ao lado de cães e gatos como se os respeitasse. Está na hora de mostrarmos nossa força, não darmos nossos votos a esses aproveitadores e deixar bem claro que, quem não defende a vida não humana não merece estar na Câmara ou no Congresso Nacional.



Em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, um filhote de cão vira-lata, com idade entre 30 e 45 dias, foi resgatado depois de passar mais de 24 horas agonizando com dois cortes profundos no pescoço em uma casa
Foto: Sergio Menezes/SMCS/Divulgação

MAURICIO TONETTO

O trabalho que o deputado Ricardo Izar (PSD-SP) levou para colher as assinaturas necessárias à criação da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais na Câmara demonstra que os direitos dos bichos é tema secundário e motivo de piada entre os parlamentares. Foram oito meses de tratativas, onde Izar ouviu risos e ironias, até lançar a frente, em setembro de 2011. Atualmente, a Câmara tem 30 projetos sobre o tema tramitando, mas nenhum que realmente puna os agressores. A intenção é criar um estatuto, a exemplo do que ocorreu com os idosos e adolescentes, para coibir abusos, como a morte recente de um cão da raça yorkshire por espancamento, filmada e noticiada em todo o País no fim do ano passado.

"Para os outros deputados, a questão é tratada em segundo plano, mesmo sendo um assunto de saúde humana e pública. Escutei ironias e piadas diversas vezes... É preciso regulamentar tudo para deixar claro as obrigações, o que não acontece hoje no Brasil", disse Izar. Segundo ele, cada região tem uma realidade diferente. "Estamos levantando os problemas regionais para agir agora e depois criar um estatuto geral baseado neles", explicou.

Entre os projetos que tramitam na Câmara, há temas variados, como fim de circos com animais, abate humanitário, proibição do uso da pele de chinchila, restrição à caça em alguns Estados, médicos veterinários gratuitos para famílias de baixa renda e fracionamento de medicamentos. Sobre o aumento do rigor aos agressores, três projetos aguardam votação

É preciso denunciar

Uma lei federal, de 1998, deveria garantir a punição a quem pratica ato de maus-tratos a animais. A legislação prevê detenção de três meses a um ano, com pagamento de multa. A prisão, no entanto, é praticamente não utilizada pela Justiça brasileira. A pena a um agressor, quase sempre, é revertida em pagamento de multa ou serviço comunitário. Para a primeira-dama de Porto Alegre (RS), Regina Becker, que criou uma secretaria especial para defender os animais na cidade, a impunidade é reflexo da falta de denúncias.

"A lei não é cumprida porque as pessoas não têm o hábito de fazer denúncias. É uma questão cultural, queremos que os animais sejam tratados como as crianças", defendeu. Segundo ela, a capital gaúcha tem uma média de 30 denúncias de maus tratos por dia. Em São Paulo, este número é mensal. "A primeira coisa que eu faço é procurar a polícia. O agressor normalmente é uma pessoa fria com relação a tudo. Ele justiça o ato com sendo contra 'um animal apenas, não humano'", relata ela.

Regina salienta que Porto Alegre está à frente dos outras cidades, pois dedicou uma secretaria de governo especialmente para resguardar os bichos. "Entendemos que é preciso dar ordem jurídica. Se temos direitos humanos, os direitos dos animais devem ser assegurados. Na secretaria, criada há cinco meses, desenvolvemos projetos de campanhas de castração na periferia, vacinação e posse responsável".

Há municípios, porém, onde ocorre o inverso. Em Laguna (SC), por exemplo, o canil da cidade foi denunciado por negligência em novembro de 2011, pois animais que eram recolhidos pela carrocinha não recebiam os cuidados e tinham a saúde agravada. Em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, as famílias que foram removidas para construção de diques na BR-448 foram impedidas de transportar seus animais, de acordo com o Movimento Gaúcho de Defesa Animal..

Negligência e falta de informação

Para a gerente de Programas Veterinários da ONG WSPA (que atua em mais de 50 países), Rosângela Ribeiro, o grande problema do País é a negligência no trato com animais, que vem acompanhada da falta de informações. "Existe a violência passiva (negligência) e a ativa (crueldade). No Brasil, temos muito mais casos de negligência. O problema da tortura é que a pessoa que violenta um animal é um violentador em potencial, e em algum momento ele vai acabar agredindo pessoas vulneráveis, como crianças e idosos", acredita.

Segundo estatísticas da Humane Society International (HSI), 88% dos animais que vivem em famílias com violência doméstica, são abusados, violentados ou mortos. "Nos Estados Unidos, toda vez que um caso de abuso de animais é levado a uma delegacia, o nome da pessoa é rastreado para saber se não há outro tipo de violência relacionada a ela", ressalta Rosângela.

Casos recentes

O caso mais polêmico de agressão a um animal foi protagonizado por uma enfermeira de Formosa (GO). Ela espancou um cachorro da raça yorkshire e matou o animal. Algumas cenas da agressão foram divulgadas na internet e a mulher responderá processo por maus tratos e tortura psicológica de incapaz.

Outros registros foram notícias nas últimas semanas e dividiram opiniões pelo país. Em Novo Horizonte (SP), um cão de quatro meses passou mais de 12 horas enterrado. O dono do animal, um aposentado de 59 anos, nega ter enterrado o animal vivo. Em Tanabi (a 477 km de São Paulo), uma cadela mestiça de boxer precisou passar por uma cirurgia para reconstrução da mandíbula. A mãe do dono da cachorra afirma que foi o rapaz quem agrediu o animal, porque ela teria mordido seu celular.

Em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, um filhote de cão vira-lata, com idade entre 30 e 45 dias, foi resgatado depois de passar mais de 24 horas agonizando com dois cortes profundos no pescoço em uma casa. Os ferimentos foram provocados pelo desempregado Cristiano da Silva, 31 anos. Ele disse que decidiu matar o filhote porque o choro dele o incomodava à noite.



23 de setembro de 2011

PETIÇÃO POR FAVOR, ASSINEM: RESENDE/RJ ODEIA RODEIO


Agora ,na minha cidade !!! (pertinho de Penedo) Assinem a petição , amigos , pf !!!


Por ser uma prática violenta, cruel e primitiva, que desrespeita o artigo 225, §1º, VII, da Constituição Federal, e o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais,desejamos o fim do rodeio na cidade de Resende-RJ! Este movimento não está vinculado a nenhum partido político. O abaixo-assinado pelo fim do rodeio já circula pelas ruas da cidade. Assine também no site abaixo.

PARTICIPE NO FACEBOOK

ASSINE A PETIÇÃO:

16 de setembro de 2011

Por que os animais tornam as nossas vidas mais saudáveis?


De tanto estudar o comportamento dos animais, o pesquisador americano-suíço Dennis Turner descobriu que a companhia deles nos traz muito mais benefícios do que as alegrias domésticas já conhecidas. “Eles podem ser o fator fundamental de cura para doenças físicas e emocionais além de melhorar a auto-estima, o bom humor e os relacionamentos”, afirma. Turner dirige um centro de estudos na Suíça que oferece cursos de terapia para psiquiatras, psicoterapeutas, assistentes sociais, administradores de hospitais. Confira a entrevista com o estudioso:

Independentemente da cultura ou do status socioeconômico, ter um cão ou um gato em casa é altamente benéfico. Os tutores de animais estão entre os que sobrevivem mais tempo após um ataque cardíaco, sofrem menos de depressão, de solidão, de medo e de ansiedade. A presença deles estimula a auto-estima, especialmente de crianças com problemas na escola, e ajuda na reintegração de jovens desajustados, idosos e deficientes à sociedade. O pré-requisito para isso, entretanto, é que sejam bem cuidados e respeitados.

Existem dados que comprovem essa relação com a melhora na saúde?

Pesquisas realizadas na Austrália e na Suíça mostraram que famílias que têm animais têm uma redução significativa com despesas médicas. Essas pessoas também gastam menos com medicamentos. Muitos estudos demonstram ainda que a presença deles em casa diminui a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e o estresse dos moradores. Quem tem um cão também ganha com as caminhadas diárias, que auxiliam na prevenção de problemas cardíacos e na recuperação de quem sofreu um infarto.

Há experiências de sucesso com pacientes em tratamento psiquiátrico?

Sim. Doentes que não pronunciavam uma única palavra havia anos e não respondiam aos métodos tradicionais de terapia têm se socializado por meio do contato com animais. A simples presença deles funciona como um quebra-gelo para o doente não comunicativo, por exemplo. Ele começa direcionando um olhar fixo para o animal. Algum tempo depois, passa a tocá-lo. Nas consultas que se seguem, conversa somente com o animal. Mais tarde, o terapeuta entra nessa conversa fazendo comentários sobre o animal e dirigindo o assunto para sentimentos humanos. A partir daí, o terapeuta poderá ajudar o paciente a estabelecer uma relação com outras pessoas.

A terapia com animais pode ser uma opção para os países em desenvolvimento reduzirem os gastos com saúde pública?

Os programas que tratam portadores de deficiência física e mental, crianças com dificuldades na escola, delinquentes juvenis, pessoas que sofrem com a violência doméstica e presidiários estão entre os que muito têm a ganhar, pois essa terapia não exige grandes investimentos. Além disso, os governos podem fazer uma economia indireta de recursos públicos ao investir em educação sobre a posse responsável de mascotes. Isso aumenta o respeito das pessoas para com eles e diminui o número de animais abandonados. É melhor prevenir do que optar pelo sacrifício.

Além de nos manter mais saudáveis, que outros benefícios eles nos trazem?

Alguns psicoterapeutas já prescrevem a aquisição de um animal como parte de um programa de terapia familiar. Um cão ou um gato pode unificar os membros em conflito, propiciando a todos um foco comum, que frequentemente tem início com diálogos sobre o animal e sobre os cuidados que ele requer.

Por que as pessoas abandonam os animais? Na França e na Itália, é comum ver famílias soltá-los nas ruas ao sair de férias. Nos Estados Unidos e no Brasil, levam-se cães e gatos saudáveis para ser sacrificados.

As pessoas não consideram os cuidados que um animal requer – alimentação adequada, consultas ao veterinário e carinho -, o que significa tempo, dedicação e um certo investimento financeiro. Às vezes são cativadas pela graciosidade de um filhote e não se dão conta de que ele crescerá tornando-se, para alguns, menos atrativo. Também ocorre de ignorarem o tempo de vida do animal – cerca de 12 anos para cães e 20 anos para gatos – no momento em que decidem ter um. Outra razão é a mudança de casa ou o desemprego repentino. Nesses casos, a melhor atitude seria procurar uma pessoa que pudesse cuidar dele. É antiético abandonar o animal à própria sorte. Ele passa por uma fase miserável de vida e morre logo. É por isso que o aprendizado sobre o que os animais podem significar para nós e sobre o que nós significamos para eles é extremamente importante.

Fonte: Abril




FONTE:
http://www.anda.jor.br/2011/09/15/por-que-os-animais-tornam-as-nossas-vidas-mais-saudaveis/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-que-os-animais-tornam-as-nossas-vidas-mais-saudaveis