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16 de fevereiro de 2013

Invadir um domicílio para socorrer animais é legal?



O direito que nos assiste quando expressamos o nosso inconformismo com o crime é o mesmo que se transforma em dever da autoridade pública em averiguá-lo, pois o cidadão espera dos órgãos de governo a proteção necessária contra o crime e a violência.

Muitas pessoas já sentiram tristeza e indignação quando ouviram o cão do vizinho uivando ou latindo, ou o miado do gato abandonado, expressando solidão, fome, angústia, dor e desespero pelas crueldades sofridas.

No último final de ano, um gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar do Edifício Paquita, em Higienópolis, região central da capital paulista, sem água e sem comida, chamou a atenção da mídia e ganhou destaque nos principais jornais e grandes portais de Internet. A foto do gato foi publicada, pela primeira vez, no início da tarde do dia 1° de janeiro, pelo estadao.com.br. Foram feitos pedidos de socorro ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, sem êxito.

O síndico do prédio, sabendo que os responsáveis pelo gato abandonado viajaram para o Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o asilo inviolável para prestar socorro ao animal. As pessoas que se preocupam com o bem-estar dos animais sentiram-se vitoriosas.

A Constituição Brasileira declara, no seu artigo 5º, XI, que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”                                        

Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano. Não tem fundamento e é arbitrária qualquer restrição ao texto constitucional, pois o próprio artigo 225, §1º, inciso VII, afirma incumbir ao Poder Público a vedação das práticas que submetam os animais à crueldade.

“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” e que “para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade”.

Deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime. De que maneira poderá o Poder Público, em obediência à Constituição, proteger este animal ou vedar a submissão dele à crueldade ou à morte sem socorrê-lo? É dever do Poder Público, fazendo uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestar socorro imediato ao animal.

Devemos lembrar, ainda, que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.

Algumas providências acautelatórias devem ser tomadas para que não venha a ser configurada a violação de domicílio. Em companhia de duas testemunhas, abra a porta da casa com um chaveiro e, depois da prestação do socorro, feche-a. No próprio local, lavre um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assine e colha as demais assinaturas. Comunique o ocorrido na circunscrição policial e leve o animal para ser atendido e examinado numa clínica veterinária. “Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”, conforme nos faz lembrar o brilhante Promotor de Justiça de São José dos Campos – São Paulo, Laerte Fernando Levai, em sua obra Direito dos Animais.



9 de fevereiro de 2012

ANIMAIS, VIDA, DOR.



Estou cansada de ouvir: você acha que um gato vale mais que um ser humano? Estou cansada de responder: estou falando de afeto, sentimento, amor, esses sentimentos estão em todos os Seres sejam humanos ou não humanos. Para mim, não importa quem esteja em sofrimento, a dor não tem nacionalidade, religião, etnia, animais, plantas e toda Natureza sofrem. Em alguns Reinos não percebemos sua dor como percebemos nos humanos e nos animais, mas todos sofrem de alguma maneira. Meu amor e dedicação pelos animais é igual a que dedico a um ser humano necessitado. Não consigo ver diferença alguma, nem na dor, nem no amor. Um dia ouvi uma palestra onde o palestrante dizia que devíamos amar os animais como gente e os humanos como alma. 
Ele não dizia para amarmos os animais como gente para torná-los humanos, os vestindo e fazendo essas bobagens que fazemos os tornando ridículos mas, os humanizando no sentido de direitos, carinho, amor, parceria e dedicação. Não acho difícil tratar os animais como gente dando carinho, amor, dedicação os “ouvindo” e contribuindo com sua evolução. Mas confesso que ainda não consigo tratar os humanos como alma, pois muitas vezes me dá impressão que muitos não têm alma.


17 de setembro de 2011

VIDEO ESTREMECEDOR, MIRA LO QUE ES TENER HAMBRE!!




É por essas e tantas cenas que não me permito jogar um grão de arroz fora, para mim não existe comida ruim, pode não estar do meu gosto, mas não vai para o lixo, pois sempre penso neles com fome, abandonados pela “sorte”. Abandonados por governos e governantes e de certa maneira por cada um de  nós, quando jogamos alimentos fora, quando permitimos que nossos filhos desperdicem o abençoado alimento que lhes falta, somos de certa forma responsáveis quando desperdiçamos água de todas as maneiras no banho ou no ato mais simples do dia-a-dia escovar os dentes. Se Somos Todos Um Perante o Cosmos (Deus) somos de certa maneira responsáveis. 

A maioria das pessoas não assistem essas cenas porque não “agüentam” ver tanto sofrimento, mas muitas vezes não as queremos ver para fugir dessa realidade que está no “quintal” da nossa casa. Afinal isso não é problema “meu” é dos governos, com certeza é problema deles que estão no poder,  que estão com os recursos materiais nas mãos para ajudá-los, mas infelizmente é mais que problemas desses gananciosos é muito mais.  Enquanto comermos carne e desperdiçarmos os recursos  naturais que o Criador ofertou para todos haverá fome. Hoje são eles, amanhã seremos nós (humanidade em geral), pois os recursos da Natureza estão acabando talvez ainda dê tempo para essa humanidade (nós) acordarmos.

12 de setembro de 2011

GATINHA LYSNEL E FILHOTES PARA ADOÇÃO

Gatinha dócil e amorosa, abandonada na rua com 4 filhotes, na manhã do dia 7 de setembro, eles devem ter nascido na madrugada do dia 7. Preciso de ajuda para arrumar lares seguros, em caso de apartamento com telas. Me ajudem a encontrar um lar para os filhotes e para sua mamãezinha quando forem desmamados.

Contato:  Marlene (Amara Antara)

 amaraantara@yahoo.com.br
Livreira_marlene@hotmail.com

Estamos em Campinas – SP.


15 de julho de 2011

CADELA COM TUMOR ENORME LARGADA NA PORTA DA CLÍNICA, RJ

VEJAM SE TEM CABIMENTO, LÓGICA OU JUSTIFICATIVA PRA SE ABANDONAR UM ANIMAL NESSA SITUAÇÃO??? CHOCANTE É POUCO!!!
(COMENTÁRIO DE PATRÍCIA CINTRA).

Essa cadelinha, batizada de Belinha, foi abandonada no dia 11/07/2011 na porta da Clínica Veterinária Koala, RJ.

Fui lá ver a cadela e tirei essas fotos. Moro muito perto dessa clínica. Essa cadelinha é muito mansa, meiga, dócil e linda!!! Pelagem clara e olhos cor de mel.

Ela já fez os exames pré-operatório no dia 14/07. Os resultados ficam prontos no dia seguinte. Depois vou informar o dia da cirurgia. Após a cirurgia, vai ficar lá alguns dias para cuidarem do pós-operatório dela. Além da retirada do tumor, ela também será esterilizada (castrada). Ela tem cerca de 5 anos de idade.

A clínica deseja dar ela pra adoção. Quem se interessar, é só ligar pra lá ou ir no local.
Rua Leopoldina Rêgo, 542/Lj C - Olaria - Rio de Janeiro
Tel (21) 2561-2101 / 3684-0582 / 3183-3555

Depois vou postar as fotos dela após a cirurgia. E passar novas informações.

A veterinária Ludmilla deixou o número da conta para cobrir as despesas da cirurgia, anestesia, medicamentos para o pós-operatório, etc. Por favor, ajudem para essa cadela linda e maravilhosa ser operada! Quem quiser adotá-la não vai se arrepender, ela é muito carinhosa e mansa. Apaixonante!

BANCO ITAÚ
AG. 8082
C/C 02285-9
LUDMILLA LOPES
CPF: 080739407-60

15/07 - Ela está em cirurgia agora. Terá que amputar uma pata.













 SEM  PALAVRAS...
Notícias da Belinha:

15/07 - Ela está em cirurgia agora. Terá que amputar uma pata.
15/07 - 18hs. Operação bem-sucedida. Ela passa bem.
16/07 - Foi operada por 4 veterinários (Veterinária Koala e Veterinária Brás de Pina), estes fizeram de tudo para preservar a patinha da Belinha, porém infelizmente não foi possível. Belinha se recupera bem, mas necessita ainda de muitos cuidados.
Iremos aguardar o resultado da biópsia e torcer para que seja positivo. Pois, em breve Belinha precisará de um lar.

3 de fevereiro de 2011

Cão é devolvido por não “combinar” com as cortinas

Britânica devolveu Harvey apenas dois dias depois de tê-lo adotado, causando indignação nos funcionários do abrigo.

 Harvey foi devolvido porque seu pelo não combinava com a cor da cortina de sua dona
Crédito: Reprodução/ Telegraph

O sonho de todo animal abandonado, sem dúvida, é encontrar um lar amoroso e seguro. Tudo indicava que este era o caso do Jack Russell Harvey, que teria finalmente um final feliz também. Ele foi adotadodevolvido. por uma mulher que não quis ser identificada, em Lower Halstow, Inglaterra, mas para o desapontamento geral, acabou sendo

Segundo informações do jornal Telegraph a mulher de 40 anos disse a Barry Shuttleworth, gerente do abrigo, que não podia mais ficar com o cãozinho porque as cores do animal não combinavam com suas cortinas. Por incrível que pareça, esse tipo de “desculpa ridícula é mais comum do que se imagina”, explicou Corrina, mulher de Barry.

No caso de Harvey, a mulher chegou ao abrigo interessada em adotar um cãozinho e logo se apaixonou pelo animal. Ela o visitou durante sete dias antes de finalmente adotá-lo, mas no mesmo dia já teria entrado em contato reclamando do pet.

Em entrevista à publicação Barry contou que orientou a senhora a colocar o cachorro em outro local que não entrasse em confronto com as “caríssimas cortinas”, mas não teve conversa. Dois dias depois o animal foi devolvido. “Ela disse que pagou muito caro por elas e que não queria mais o Harvey”.
Dentre outras razões estúpidas dadas para a devolução dos animais, Barry contou que teve um homem que não quis mais um Labrador porque não era para o pet latir tanto. Já em outro caso, o cachorro não era “carinhoso o bastante”.

“Algumas pessoas simplesmente não pensam sobre o motivo pelo qual desejam um cachorro, é por isso que tantos acabam sendo abandonados”, disse Barry. O gerente do abrigo explicou ainda a necessidade das pessoas pensarem muito bem antes de querer adotar um bichinho, para que não haja arrependimentos.