Mostrando postagens com marcador não dê animais de presente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador não dê animais de presente. Mostrar todas as postagens

11 de outubro de 2016

Não dê animais de presente

DIA DAS CRIANÇAS

Neste dia das crianças e em todos os dias.
Não dê animais de presente.

Eles não são brinquedos, são vidas.

Não compre animais, nenhum animal é feliz, sendo tratado como mercadoria, sem falar nas matrizes que são usadas até não terem mais “utilidade” e depois são descartadas como lixo.

É triste ver os filhotinhos em pet shop, em gaiolas, olhar triste implorando para sair dali, não compactue com essa indústria desumana.

Fico os imaginando sozinhos nesses pets shop, todos se vão e eles ficam ali, sós,  chorando sem entender o que está acontecendo.

Não dê animais de presente

E quem compra em geral os vê como objeto também, muitas vezes são comprados para preencher “vazios” que nada poderá preencher, vazios da alma nada preenche, quando uma pessoa adota, em geral adota por amor, por compaixão.
Ensine seu filho e todas as crianças que animais são vidas preciosas, não mercadoria, uma vida não tem preço.

Incentive a adoção responsável, onde pais  e crianças adotem por compaixão, amor e solidariedade. Tenham em mente que esse animal viverá no mínimo 10 anos ou mais.

Adote...
Acolha...
Não abandone...
Castre...
Castre...
Castre...

23 de dezembro de 2013

Neste Natal, não dê animais de presente

Não os dê de presente, se tiver certeza que alguém deseja ter um animal de estimação, adote, não compre, não alimente a indústria da venda de vidas.
VIDAS TEM PREÇO?
ADOTE.
ADOTE..
ADOTE..

20 de dezembro de 2012


“Um homem só será realmente ético quando obedecer ao dever que lhe é imposto de ajudar toda a vida que for capaz de ajudar e quando se der ao trabalho de impedir que se causem danos a todas as coisas vivas. Ele não pergunta se esta ou aquela vida é digna de solidariedade enquanto dotada de valor intrínseco, nem até que ponto ela é capaz de sentimentos. Para ele, a vida é sagrada enquanto tal.” 
Albert Schweitzer